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Câmara de Lisboa exonera Mafalda Livermore por arrendar imóveis ilegalmente

Câmara de Lisboa exonera Mafalda Livermore após suspeitas de arrendar imóveis ilegalmente e de procuradoria ilícita

Mafalda Livermore assumiu o cargo na Câmara de Lisboa em dezembro de 2025
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  • A Câmara de Lisboa exonerou Mafalda Livermore do cargo de vogal do Conselho de Administração dos Serviços Sociais.
  • A decisão segue suspeitas de arrendamento ilegal de imóveis em Lisboa e prática de procuradoria ilícita.
  • A RTP apresentou indícios de que alguns inquilinos pagavam cerca de 680 euros por um T0 com aproximadamente oito metros quadrados, sem emissão de recibos.
  • Allegações incluem atuação como advogada sem habilitação legal para o exercício da profissão.
  • O presidente da Câmara, Carlos Moedas, afirmou ter atuado de imediato; o líder do Chega, André Ventura, disse que a visada vai recorrer aos tribunais.

A Câmara de Lisboa exonerou Mafalda Livermore do cargo de vogal do Conselho de Administração dos Serviços Sociais, após alegações levantadas pela RTP de arrendamento ilegal e prática de procuradoria ilícita. A decisão foi comunicada pela autarquia após a divulgação da reportagem.

A investigação sustenta que alguns imóveis teriam sido arrendados illegalmente em Lisboa, com inquilinos a pagar cerca de 680 euros por um T0 de oito metros quadrados, sem emissão de recibos. A mesma peça de investigação também aponta para possíveis atos que imitariam a atividade de advogado sem possuir a devida habilitação.

Segundo a reportagem, Mafalda Livermore terá exercido funções próprias de procuradoria, sem estar habilitada para o efeito. A Câmara de Lisboa afirmou ter analisado as informações e concluído pela exoneração no âmbito de responsabilidades no órgão.

Carlos Moedas, presidente da Câmara, afirmou ter atuado de imediato na sequência das informações, dizendo ter agido na noite anterior. A mensagem enfatiza uma resposta rápida por parte da autarquia face às suspeitas.

André Ventura, líder do Chega, respondeu aos relatos mantendo que as alegações são falsas e que a pessoa visada poderá recorrer aos tribunais. O posicionamento do partido enfatiza a defesa da transparência e da integridade atribuídas à representante municipal.

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