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PSD, IL e CDS atrasam envio do texto para promulgação por duas semanas

PSD, IL e CDS atrasam envio do decreto para promulgação por duas semanas, deixando a apreciação a cargo de António José Seguro

Muitas empresas da região Centro afectadas pelas tempestades não vão conseguir retomar a laboração durante alguns meses
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  • O PSD, CDS-PP e a Iniciativa Liberal atrasaram o envio do decreto para promulgação por cerca de duas semanas.
  • A oposição à esquerda do PS, juntamente com o Chega, pediu a apreciação parlamentar do decreto que define o layoff a 100%.
  • O diploma passou a pagar 100% do salário a cerca de 4.500 trabalhadores de regiões afetadas pelas tempestades, em vez dos dois terços anteriores.
  • O envio a Belém para promulgação ficará para daqui a cerca de duas semanas, com a apreciação a cargo de António José Seguro.
  • O Governo tinha prometido o pagamento a 100% e foi criticado pela forma como o processo foi conduzido.

O que aconteceu: o envio para promulgação do decreto que permite pagar o layoff a 100% foi adiado por duas semanas. A decisão ocorreu após oposição explícita de partidos à esquerda do PS, que pediram a apreciação parlamentar do texto.

Quem está envolvido: o PSD, o CDS-PP e a Iniciativa Liberal mantiveram a posição de contestar o decreto, pedindo revisão. O Governo defendeu o regime, enquanto o Chega alinhou-se com a oposição ao texto aprovado anteriormente pela esquerda.

Quando e onde: o atraso acontece na Assembleia da República, com a oposição a atrasar o envio ao Presidente Marcelo Rebelo de Sousa. A promulgação está prevista apenas daqui a cerca de duas semanas, em Belém.

Por quê: a discordância centra-se no facto de o Governo ter prometido salário a 100% a cerca de 4500 trabalhadores afetados pelas tempestades, mas o regime aprovado inicialmente contemplava apenas dois terços do vencimento. O envio ao Presidente ficou condicionado pela apreciação parlamentar.

Detalhes adicionais

  • Os partidos do Governo argumentam que o texto continua necessário para apoiar as regiões afetadas.
  • A oposição entende que a legislação precisa de revisão e que deve ser discutida em plenário.
  • A promulgação dependerá da decisão de António José Seguro, que deverá analisar o decreto.

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