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Polémicas da Barbie do ICE: cama em jato estatal, publicidade e tiro ao cão

Trump demite Kristi Noem após polémicas com gastos com jatos de luxo e uma campanha publicitária de 220 milhões de dólares, apontadas como motivo principal

Kristi Noem
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  • O presidente dos EUA, Donald Trump, demitiu a secretária de Segurança Interna, Kristi Noem, na quinta-feira, 5, após uma série de polémicas, incluindo alegado caso extraconjugal e gastos com jatos privados.
  • Noem, conhecida como a Barbie do ICE, enfrentou críticas por gastos públicos com duas aeronaves de luxo e previsões de compra de um Boeing 737 por cerca de 70 milhões de dólares.
  • Uma das controvérsias envolveu a explicação dada ao Congresso sobre um jato com quarto de dormir; houve relatos de episódios de arrogância e de demissões de pilotos, envolvendo Corey Lewandowski.
  • Surgiram rumores de uma relação extraconjugal entre Noem e Lewandowski, que Noem qualificou como lixo de tabloide; Lewandowski é ex-assessor de Trump que acompanha Noem.
  • O anúncio de 220 milhões de dólares onde Noem era a estrela levou Trump a afastá-la; Noem afirmou que o anúncio foi aprovado por Trump, que negou ter rejeitado a nomeação restante, mantendo possibilidade de futura contratação. Por fim, Kristi Noem deverá assumir o cargo de Enviada Especial para a Proteção das Américas.

Donald Trump demitiu Kristi Noem, secretária de Segurança Interna, após várias polémicas que incluiu alegadas despesas com jatos de uso governamental, rumores de envolvimento pessoal com um ex-funcionário da Casa Branca e uma campanha publicitária de alto custo em que ela era figura de destaque. A decisão ocorreu na quinta-feira, 5 de junho, num contexto de controvérsia sobre a gestão de fundos públicos.

Durante o mandato de Noem, conhecida por sermos associada ao ICE, surgiram críticas relativas a gastos com aeronaves privadas, incluindo a compra de dois jatos Gulfstream G700 e planos para adquirir um Boeing 737 por cerca de 70 milhões de dólares. A imprensa também reportou a existência de um quarto com cama de casal num dos aviões usados para funções oficiais, surgindo novas perguntas sobre prioridades de orçamento.

No âmbito de audiências no Congresso, Noem teve que explicar a possível inclusão de itens de luxo numa frota governamental, o que gerou debates sobre transparência e responsabilidade financeira. Um elemento central envolveu Corey Lewandowski, antigo assessor de Trump, que acompanhava Noem numa viagem e foi referido por deputados como figura associada a decisões administrativas conturbadas. A ligação entre Noem e Lewandowski tem sido alvo de rumores, que a ex-secretária rejeita, classificando-os como lixo de tabloide.

Outra frente de controvérsia decorreu de uma campanha publicitária de 220 milhões de dólares na qual Noem aparecia como rosto principal, em vez de Trump. O anúncio gerou críticas sobre a distribuição de custos e protagonismo. Trump negou que tenha autorizado a campanha, ao mesmo tempo em que não descartou futuras reacções administrativas envolvendo Noem.

Antes da demissão, Noem enfrentou também críticas por episódios distintos envolvendo a atuação de forças federais, nomeadamente as mortes de cidadãos norte-americanos no início e final de janeiro num incidente em Minneapolis. A resposta pública da então responsável do ICE suscitou controvérsia sobre a avaliação de tais ocorrências. A decisão de demitir Noem foi comunicada numa altura em que o Presidente avaliava diferentes cenários de gestão da Segurança Interior.

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