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Polémica na Câmara de Lisboa envolve militante do Chega com império clandestino

Caso na Câmara de Lisboa envolve Mafalda Livermore, suspeita de habitação clandestina para imigrantes, sem contrato, com rendas de cerca de 600 euros, sob investigação

Mafalda Livermore
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  • Mafalda Livermore, vogal da administração dos Serviços Sociais da Câmara de Lisboa, tem alegadamente um espaço habitacional clandestino, notícia revelada pela RTP.
  • A militante do Chega assumiu funções em dezembro de 2025, tendo sido nomeada por Carlos Moedas, numa composição já rodeada de polémica pela ligação com Bruno Mascarenhas.
  • Suspeita-se de arrendamento de vários imóveis de reduzidas dimensões em condições indignas, sem contrato e a dezenas de imigrantes ilegais, com rendas médias de cerca de 600 euros.
  • As rendas seriam pagas a Sílvia Paixão, também militante do Chega e amiga de Mafalda Livermore; a administração afirma que alguns imóveis foram passados a terceiros que os gerem hoje e que não tem dados sobre o número de inquilinos.
  • A presidente Mafalda Livermore está ainda sob investigação do Ministério Público por usurpação de funções, por alegado aconselhamento jurídico sem ser advogada.

A Câmara de Lisboa enfrenta uma polémica após a revelação da RTP nesta sexta-feira. Mafalda Livermore, vogal da administração dos Serviços Sociais, é militante do Chega e tomou posse em dezembro de 2025, nomeada por Carlos Moedas.

Ela é suspeita de ter facilitado o arrendamento de vários imóveis de reduzidas dimensões a dezenas de imigrantes ilegais, sem contratos formais, com rendas que rondam os 600 euros mensais. Os pagamentos teriam sido feitos a Sílvia Paixão, outra militante do Chega e amiga de Livermore.

Alguns imóveis teriam sido passados a terceiros que hoje gerem os espaços, conforme as informações. Livermore também terá dito que não tem dados sobre o número de inquilinos envolvidos.

Investigações em curso

O Ministério Público investiga Mafalda Livermore por usurpação de funções, por suposta orientação jurídica sem possuir o título de advogada. A nomeação da vogal já era vista como polémica à partida.

A nomeação de Livermore também suscitou críticas por relação pessoal com Bruno Mascarenhas, o único vereador do Chega na Câmara de Lisboa. Não é possível confirmar se essa relação influenciou decisões administrativas.

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