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Mulher vende bebé por 2.500 euros em anúncio online

Mulher é acusada de vender bebé por 2500 euros a um casal; a criança foi retirada e entregue às autoridades, e o processo segue para julgamento

Mulher é acusada e tráfico de pessoas pelo Ministério Público
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  • Uma mulher foi acusada na terça-feira, 3 de março, de vender o filho recém-nascido por 2.500 euros a um casal, tendo sido registado o arguido como pai da criança; o casal é acusado de falsidades de testemunho e falsas declarações, e o crime envolve tráfico de pessoas.
  • O Ministério Público abriu a investigação ao considerar que existia um esquema para contornar as formalidades do processo de adopção.
  • Em 2023, ainda no Brasil, a mulher terá escondido a gravidez e publicado online a disponibilidade da venda da criança; o casal contactou-a e combinou a transferência de 2.500 euros pela cedência do bebé.
  • O bebé nasceu em casa, em janeiro de 2024, com complicações durante o parto que obrigaram a internamento; a grávida registou o homem do casal como pai e, dias depois da alta, entregou a criança aos arguidos, com a transacção confirmada.
  • A criança foi retirada aos arguidos e entregue às autoridades; os três aguardam o início do julgamento.

Uma mulher foi acusada na terça-feira, 3 de Março, de vender o seu bebé recém-nascido por 2500 euros a um casal, tendo registado o homem como pai da criança. A acusação resulta de uma investigação do Ministério Público que revelou um esquema para contornar as formalidades de adopção.

Em 2023, ainda no Brasil, a suspeita terá escondido a gravidez do companheiro e divulgado online a disponibilidade de vender a criança. O casal contactou-a e acordou a transferência de 2500 euros pela cedência do bebé. O parto ocorreu em Janeiro de 2024, em casa, com complicações que levaram à hospitalização.

A criança nasceu sem apoio externo, mas durante o internamento a alegada mãe manteve o esquema, registando o homem do casal como pai. Dias após a alta hospitalar, o bebé foi entregue aos dois arguídos, com a transacção confirmada.

Investigação e imputações

Dúvidas sobre a versão do casal levaram o MP a abrir uma investigação. Testes realizados comprovaram que o alegado pai não era progenitor da bebé, revelando um acordo com a grávida que remontava a 2023.

A criança foi retirada aos arguidos e entregue às autoridades. Os três arguidos aguardam o início do julgamento, com as acusações de tráfico de pessoas para a mulher e de falsidade de testemunho e falsas declarações para o casal.

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