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Médicos defendem atestados para carta de condução em consultas presenciais

Ordem dos Médicos defende emissão de atestados da carta de condução somente após consulta presencial, com exceções para histórico clínico disponível e informações completas

Ordem admite como excepção os casos em que se trata do médico assistente do utente e que dispõe do seu histórico clínico
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  • A Ordem dos Médicos defende que os atestados para carta de condução devam, por regra, ser emitidos após consultas presenciais com os utentes.
  • O posicionamento surge após parecer do Conselho Nacional de Ética e Deontologia Médicas, em resposta à emissão online de atestados sem a presença do utente.
  • A avaliação clínica para emitir ou revalidar a carta de condução não deve, em regra, ocorrer por via não presencial, com exceção de casos em que o médico assistente possua o historial clínico ou quando lhe sejam fornecidas informações clínicas essenciais.
  • A avaliação deve ficar registada em plataformas informáticas destinadas ao uso médico, tanto no setor público como no privado e social.
  • A emissão de atestados para a carta de condução é considerada fundamental para aferir a idoneidade física e psicológica do condutor e para a segurança rodoviária.

A Ordem dos Médicos defende que os atestados médicos necessários para obter ou revalidar a carta de condução devem, por regra, ser emitidos após consultas presenciais com o utente. A posição resulta de um parecer do Conselho Nacional de Ética e Deontologia Médicas.

Segundo a OM, a avaliação clínica para emitir o atestado destinado à carta de condução não deve, em regra, ocorrer de forma não presencial, pois pode não cobrir integralmente todas as áreas relevantes. A organização aponta riscos para a fiabilidade do certificado.

A instituição admite exceções quando o médico é o assistente do utente e dispõe do historial clínico, ou quando o médico tem acesso a todas as informações clínicas essenciais para a correta avaliação e emissão do atestado. O parecer foi aprovado pelo Conselho Nacional da OM.

A avaliação clínica deve ficar registada em plataformas informáticas de utilização médica, tanto no setor público como no privado e social, defende a Ordem. O documento ressalva que os atestados para carta de condução têm ligação direta com a idoneidade física e psicológica do condutor, com impacto na segurança rodoviária.

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