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Influenciadora que concorreu pelo Chega a Lisboa investigada por burlas

Influenciadora que concorreu pelo Chega à Câmara de Lisboa é alvo de suspeitas de procuradoria ilícita e burlas; alegados arrendamentos de imóveis a imigrantes sem recibos geram dúvidas fiscais

As suspeitas foram reveladas pelo programa de investigação "A Prova dos Factos", da RTP
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  • Aista Mafalda Guerra, influenciadora e ex-candidata do Chega à Câmara de Lisboa, é alvo de suspeitas de procuradoria ilícita e burlas.
  • A informação foi revelada pelo programa de investigação RTP “A Prova dos Factos”, que alega que ela realizou atos próprios de advogado sem habilitação.
  • Segundo a reportagem, algumas pessoas recorreram a Mafalda Guerra para tratar de processos legais, acreditando que poderia intervir, apesar de não ser advogada.
  • O programa também levanta dúvidas sobre o arrendamento de imóveis a imigrantes em Lisboa, com inquilinos a pagar cerca de 680 euros por um T0 de aproximadamente oito metros quadrados, sem emissão de recibos.
  • A RTP indica que Mafalda Guerra terá vários imóveis neste regime, levantando questões sobre a legalidade das práticas, bem como cumprimentos fiscais e de arrendamento; o Jornal de Notícias pediu esclarecimentos à Ordem dos Advogados e à Câmara Municipal de Lisboa.

Mafalda Guerra, influenciadora e ex-candidata do Chega à Câmara Municipal de Lisboa, está atualmente sob suspeita de prática de procuradoria ilícita e de burlas. A informação foi veiculada pelo programa de investigação A Prova dos Factos, da RTP.

Segundo a reportagem, Guerra terá exercido atividades próprias de um advogado sem possuir habilitação legal para o efeito, o que caracteriza procuradoria ilícita. Algumas pessoas teriam recorrido à sua intervenção para tratar de processos legais, presumindo que ela podia atuar nesse âmbito, apesar de não ser advogada.

A investigação também aponta para arrendamentos de imóveis a imigrantes em Lisboa, com pagamentos de cerca de 680 euros por um T0 de cerca de oito metros quadrados e sem emissão de recibos. Em alguns casos, os inquilinos tentaram rescindir os contratos e recuperar a caução, sem sucesso.

A reportagem indica que Mafalda Guerra estaria a possuir vários imóveis arrendados nessas condições, levantando dúvidas sobre a legalidade das práticas, bem como sobre o cumprimento de regras fiscais e de arrendamento. O Jornal de Notícias contactou a Ordem dos Advogados e a Câmara Municipal de Lisboa para pedir esclarecimentos.

As informações foram apresentadas pela RTP no programa de investigação e permanecem sob investigação. Não há, até ao momento, confirmação oficial de autoridades competentes sobre as acusações, nem detalhes adicionais sobre a situação contratual de Guerra.

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