- A IGAS propôs o arquivamento do processo de esclarecimento ao caso de uma grávida de risco encaminhada para um hospital a mais de uma hora de distância, no Barreiro.
- A avaliação concluiu que nada havia a apontar à Unidade Local de Saúde Arco Ribeirinho, pois a urgência estava encerrada conforme o previsto.
- A população foi informada, tal como a Linha SNS 24 e o INEM.
- O caso remonta a julho de 2025 e envolve a urgência de obstetrícia do Barreiro, que iria fechar com a criação de uma urgência regional.
A IGAS (Inspeção-Geral das Atividades em Saúde) propôs o arquivamento do processo de esclarecimento relativo ao caso de uma grávida de risco que foi encaminhada para um hospital a mais de uma hora de distância da sua área de residência, no Barreiro. A análise concluiu que não há divergências a apontar à Unidade Local de Saúde (ULS) Arco Ribeirinho, uma vez que a urgência estava encerrada conforme o previsto e a população foi informada. O mesmo foi comunicado à Linha SNS 24 e ao INEM.
O episódio remonta a julho de 2025, quando a urgência de obstetrícia do Barreiro foi encerrada por um período significativo, com planos de criação de uma urgência regional. A paciente foi encaminhada para Cascais, expondo a deslocação de distância e tempo de atendimento. A IGAS confirmou que toda a informação foi disponibilizada aos serviços de saúde competentes.
Segundo a IGAS, a decisão de arquivar decorreu da conformidade com os procedimentos vigentes e do cumprimento das informações prestadas aos utentes. A investigação não identificou falhas no funcionamento da ULS Arco Ribeirinho, nem omissões no envio de dados relevantes aos serviços de apoio, nomeadamente a Linha SNS 24 e o INEM.
Entre na conversa da comunidade