- Gonçalo de Almeida Ribeiro foi ouvido na comissão parlamentar de Educação e Cultura sobre a sua nomeação para o Conselho Geral Independente da RTP.
- Contornou a polémica sobre a substituição alegadamente antecipada de Alberto Arons de Carvalho e reconheceu a falta de experiência e reflexão na área de média.
- Admitiu desconhecimento dos meandros da RTP, mas disse ter plena consciência de que a instituição é uma “joia da coroa” do setor empresarial do Estado.
- Afirmou que a RTP é um ativo sensível que exige gestão cuidadosa, “com pinças”.
Gonçalo de Almeida Ribeiro, nomeado para o Conselho Geral Independente (CGI) da RTP, foi ouvido nesta sexta-feira na comissão parlamentar de Educação e Cultura. O objetivo foi esclarecer a sua nomeação e as funções a desempenhar no organismo da televisão pública.
Durante o depoimento, o deputadoado afastou a polémica em torno da substituição antecipada de Alberto Arons de Carvalho e falou sobre a sua própria experiência. Almeida Ribeiro reconheceu pouca experiência em áreas de media e admitiu desconhecer os meandros internos da RTP.
Apesar das constantes dúvidas, o nomeado sublinhou que a RTP é considerada uma joia da coroa do sector empresarial do Estado e que a gestão deve ser feita com grande cuidado para preservar o seu funcionamento e integridade.
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