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Movimento contra o centralismo questiona concentração de investimentos em Lisboa

Associação denuncia desproporção de investimento público concentrado em Lisboa, questionando a coesão territorial e o impacto nas regiões do interior

Elisa Ferreira, ex-comissária europeia responsável pela Coesão e Reformas, é uma das subscritoras da carta
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  • A Associação Círculo de Estudos do Centralismo denuncia a concentração de investimento na região de Lisboa, alegando desrespeito pelos princípios de coesão e descentralização.
  • São trinta perguntas dirigidas ao Governo, ao Presidente da República e à Assembleia da República, ligadas pela crítica à desproporcionalidade do investimento público para os próximos anos.
  • As perguntas, apresentadas como um manifesto, foram lançadas pela associação com sede em Miranda do Douro e ligações a académicos e ativistas do Porto.
  • Entre os subscritores está Elisa Ferreira, antiga comissária europeia responsável pela Coesão e Reformas.
  • A carta foi lançada nesta quinta-feira pela associação.

O movimento contra o centralismo lançou nesta quinta-feira uma carta aberta que questiona a concentração de investimentos públicos em Lisboa, alegando violação de princípios de coesão territorial. A iniciativa aponta para um desequilíbrio na distribuição dos recursos.

A carta envolve 30 perguntas dirigidas ao Governo, ao Presidente da República e ao Presidente da Assembleia da República, tendo como objetivo exigir clarificação sobre critérios de investimento público para os próximos anos.

A denúncia sustenta que o conjunto de investimentos previstos favorece fortemente a região de Lisboa, em detrimento das demais regiões, especialmente as do interior.

Envolvidos e contexto

A iniciativa surge pela associação Círculo de Estudos do Centralismo, com sede em Miranda do Douro, e com ligações a académicos e ativistas do Porto que defendem o reforço da coesão territorial.

Entre os subscritores Verifica-se a presença de Elisa Ferreira, antiga comissária europeia responsável pela Coesão e Reformas, que participa na declaração.

O objetivo da carta é identificar e questionar, de forma pública, os critérios de distribuição de fundos e as práticas de decisão associadas aos investimentos públicos nos próximos anos.

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