- Marcelo Rebelo de Sousa, em 9 de março de 2016, decidiu manter o seu estilo ao chegar a Belém, sem mudar o feitio.
- Em tom informal, elogiou Luís Montenegro e destacou que “fomos felizes e sabíamos” durante o tempo partilhado.
- Prometeu sair de cena sem imitar Cavaco Silva, reconhecendo que agradecería não ter ex-Presidentes a intervirem na vida política.
- O comentário surge numa despedida ao Governo, em que o Presidente manteve o tom próximo e acessível.
- Montenegro ficou descrito como “felizes e eficazes” pelo próprio Presidente, numa entrevista com tom de confidência.
No dia 9 de março de 2016, entre a Assembleia da República e o Palácio de Belém, Marcelo Rebelo de Sousa resolveu, a pé, manter o seu estilo habitual ao chegar a Belém. Um objetivo claro: não abandonar o tom que o caracteriza.
Passeando entre as instituições, o Presidente elogiou, de forma informal, a então liderança de Luís Montenegro e reforçou a ideia de que a cooperação entre poderes pode manter-se eficaz. O tom foi de reconhecimento mútuo entre as funções do Presidente e do Governo.
Na altura da despedida ao Governo quase uma década depois, Marcelo Rebelo de Sousa enfatizou o compromisso de não intervir na vida política de forma interventiva, em comparação com outros exemplos. A linha orientadora foi preservar a normalidade institucional e a autonomia de cada poder.
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