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Marcelo sai como entrou, a pé, e quer que Seguro seja o melhor presidente

Marcelo sai a pé do cargo, como entrou, e deseja que Seguro seja o melhor presidente da República

Marcelo Rebelo de Sousa esteve, esta quinta-feira, na reunião do Conselho de Ministros
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  • Marcelo Rebelo de Sousa afirmou que vai sair de presidente a pé, como entrou, na posse de António José Seguro a 9 de março.
  • Desejou que o seu sucessor, António José Seguro, seja “o melhor” dos presidentes e destacou o apoio obtido na segunda volta das presidenciais.
  • Reforçou a expectativa de um bom relacionamento entre o Governo e o presidente que o sucederá.
  • Comentou que não vai mudar o seu modo de ser e recordou que chegou a pé à Assembleia da República em 2016.
  • Garantiu que não terá intervenção política após o mandato e que pretende sair de cena sem intervenções futuras.

Marcelo Rebelo de Sousa revelou nesta quinta-feira que vai terminar o mandato tal como começou: a pé, ao tomar posse, e desejou que o seu sucessor, António José Seguro, seja o melhor presidente da República. A declaração ocorreu na residência oficial de São Bento, em Lisboa, após ter presidido a reunião do Conselho de Ministros.

O chefe de Estado afirmou que o sucesso eleitoral de Seguro impõe aos cidadãos o desejo de que o novo Presidente tenha uma boa relação com o Governo e com o próprio Presidente da República. Refletiu sobre o momento que atravessa o país e a Europa, destacando a importância de estabilidade institucional no período de transição.

Marcelo Rebelo de Sousa recordou que chegou a pé à Assembleia da República no dia da tomada de posse e disse que pretende sair a pé também na próxima segunda-feira, 9 de março, dia da posse de Seguro. Ressalvou que não terá intervenção política após o fim do mandato e Trabalho de saída de cena deverá ser inequívoco.

Questionado sobre a lembrança que ficará, disse não ter ideia clara, e explicou que, ao assumir, decidiu manter o estilo próprio. Encarou o processo de saída como o desafio mais complexo para quem deixa o cargo, reforçando a obrigação de não interferir na vida política após o seu termo.

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