- Benoît Payan, presidente da Câmara de Marselha, opõe-se ao concerto de Kanye West no estádio Velódrome, previsto para 11 de junho.
- Payan disse que Marselha não pode ser “montra para o ódio e o nazismo sem remorsos” e que West não é bem‑vindo.
- O CRIF (Conselho Representativo das Instituições Judaicas em França) considera que receber alguém que admirou Hitler levanta uma questão moral.
- O artista tem histórico de controvérsias, incluindo cancelamento de visto australiano, ameaças no Brasil e um pedido de desculpas em janeiro de 2026 por antissemitismo, atribuído a perturbação bipolar.
O presidente da Câmara de Marselha, Benoît Payan, opõe-se à appearance de Kanye West no estádio Vélodrome, marcado para 11 de junho. O que se pretende é impedir a realização do concerto na segunda maior cidade de França. A decisão surge no contexto de controvérsia em torno do artista.
Payan afirmou publicamente que não quer Marselha expor-se como palco de mensagens de ódio ou de admiração pelo nazismo. O objetivo é manter o Vélodrome como espaço de convivência para toda a comunidade marselhesa. A posição foi anunciada via rede social.
O CRIF, órgão que representa instituições judaicas na França, também reagiu, assertando que acolher alguém com ligações ou elogios a Hitler coloca questões morais relevantes. A posição soma-se a pressões locais contra o evento.
O historial público de West tem envolvido declarações polémicas e episódios de críticas à comunidade judaica. Em anos recentes, foram referidas decisões de vistos em outros países e episódios de confronto com a imprensa. A situação mantém-se em análise pelas autoridades locais.
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