- Alojamento ilegal na cave de uma loja, em Cedofeita, Porto, albergava 22 pessoas em 11 quartos, sem janelas nem ventilação.
- Cada pessoa pagava 150 euros por mês pelo espaço.
- A Polícia Municipal do Porto encerrou o espaço na quinta-feira; camas e paredes improvisadas foram removidas e duas portas foram seladas.
- O proprietário estrangeiro foi identificado e o caso passou para o Ministério Público; trata-se da terceira ação de fiscalização em habitações ilegais.
- O presidente da Câmara do Porto afirmou que o município está disponível para ajudar quem procure apoio e que espera reduzir estas situações na cidade.
O Conselho Municipal do Porto encerrou, nesta quinta-feira, uma habitação ilegal na cave de uma loja em Cedofeita. O espaço abrigava 22 pessoas em 11 quartos, sem janelas nem ventilação. Cada pessoa pagava 150 euros mensais.
O presidente da Câmara do Porto, Pedro Duarte, acompanhou a operação. A autarquia declarou que o local apresentava condições mínimas de higiene, saúde e dignidade, justificando o fecho do alojamento.
É a terceira ação de fiscalização de habitações ilegais e superlotadas no município. Não se sabe quantas pessoas ficaram sem alojamento, mas o município garante apoio a quem procure ajuda para evitar deixar alguém sem teto.
Fecho do espaço e responsabilidades
O espaço ficou vazio após a intervenção. As camas e as estruturas improvisadas foram removidas, e duas portas de acesso foram seladas pela Polícia Municipal. O proprietário estrangeiro foi identificado e o caso foi remetido ao Ministério Público.
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