- António Rodrigues, vice-presidente da bancada do PSD, acusou Vanessa Barata de o filmar durante o seu discurso na Comissão de Assuntos Constitucionais.
- Barata, deputada do Chega, negou ter filmado e disse que apenas tirava uma selfie durante a reunião, num ponto da ordem de trabalhos solicitado pelo Chega.
- O momento ocorreu quando se discutia a proposta do Chega para ouvir o diretor nacional da PSP sobre a razão da proibição de exibir uma tarja de Braga num jogo contra o Vitória de Guimarães por motivos de segurança.
- O PSD sustenta que há testemunhas de outros assessores de diferentes grupos parlamentares que teriam visto Barata a filmar o deputado, o que a Chega nega.
- Rodrigues apresentou protesto na Comissão e explicou a intervenção policial, negando que tenha havido violação da liberdade de expressão na operação da PSP.
O vice-presidente da bancada do PSD, António Rodrigues, acusou Vanessa Barata, coordenadora do Chega na Comissão de Assuntos Constitucionais, de o filmar durante o seu discurso. A deputada do Chega nega a acusação e afirma ter estado apenas a usar o telemóvel para tirar uma selfie.
Rodrigues afirma que já apresentou uma queixa formal na Comissão de Transparência, na sequência do episódio. Segundo o PSD, há assessores de outros grupos que poderão testemunhar que Barata filmou o parlamentar, tal como alega António Rodrigues.
Vanessa Barata recusa as acusações, sustentando que apenas acompanhava a reunião com o telemóvel, no âmbito de uma discussão sobre a audição do diretor nacional da PSP. A deputada afirma que não houve qualquer filmagem deliberada.
Testemunhos e versões
O incidente ocorreu durante a discussão de uma proposta do Chega, que visava ouvir o diretor nacional da PSP sobre as razões de segurança que levaram à proibição de uma tela promocional de Braga num jogo frente ao Vitória de Guimarães. A intervenção de Rodrigues foi acompanhada por comentários de colegas de bancada.
A discussão acima mencionada também envolve a intervenção da PSP na proteção de áreas com tarjas gigantes e materiais pirotécnicos. Rodrigues justificou a atuação policial, ao apostar que a tarja não poderia ser desenrolada por questões de segurança, independentemente do direito à expressão.
Entre na conversa da comunidade