- O debate quinzenal no Parlamento aborda o conflito no Médio Oriente, com foco na posição do Governo e no uso da base das Lajes pelos Estados Unidos.
- O secretário-geral do Partido Socialista, José Luís Carneiro, condenou a intervenção militar dos EUA e de Israel no Irão, ao mesmo tempo que repudiou o regime iraniano.
- Carneiro questionou se o primeiro-ministro Montenegro condenaria também os ataques, mas este não respondeu diretamente à questão.
- O primeiro-ministro Luís Montenegro afirmou ter existido uma autorização condicional aos EUA, tomada com consulta dos líderes dos três maiores partidos, e garantiu que, se o PS estivesse no governo, faria o mesmo.
- O secretário-geral do PSD, Hugo Soares, chamou a atenção para a necessidade de falar do PTRR e das vítimas das intempéries, registrando críticas sobre o tratamento mediático dessas matérias.
O debate quinzenal no Parlamento desta quarta-feira ficou marcado pelo conflito no Médio Oriente, com foco na posição do Governo e no uso da base das Lajes pelos Estados Unidos. A sessão decorre num momento de tensão regional e de preocupação com a atuação militar na região.
O tema central envolve a autorização de uso da base das Lajes, em território português, por parte dos Estados Unidos, uma autorização considerada condicionada pela defesa dos interesses nacionais. A decisão foi tomada após consulta aos líderes dos três principais partidos.
Durante o debate, o secretário-geral do PS, José Luís Carneiro, criticou as intervenções militares no Irão e condenou o regime iraniano, ao mesmo tempo em que questionou se o Primeiro-Ministro condenaria os ataques. A resposta à pergunta não foi fornecida no momento.
Reacções e Contexto
O primeiro-ministro, Luís Montenegro, afirmou que a autorização condicional foi dada com consulta aos representantes dos principais partidos. A posição apresentada indica que o Governo manteve um procedimento de consulta e coordenação entre partidos.
O secretário-geral do PSD, Hugo Soares, destacou a relevância de discutir o PTRR e as vítimas das intempéries, argumentando que determinados temas não devem ser abordados apenas quando geram manchetes. A sessão continua com desdobramentos a acompanhar.
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