- O presidente dos Estados Unidos afirmou que o Irão se preparava para atacar os EUA, em resposta ao impasse negocial sobre o seu programa nuclear.
- Dijo ainda ser tarde demais para retomar o diálogo com Teerão e rejeitou a ideia de que o Irão quisesse reiniciar negociações.
- O embaixador do Irão junto das Nações Unidas, em Genebra, negou que o país tenha intenção de negociar sob ataque de Washington e Telavive, dizendo que está focado na defesa.
- As forças israelitas e norte-americanas bombardearam alvos em todo o Irão nesta terça-feira, conforme a cobertura da operação.
- O embaixador iraniano reforçou que, no contexto atual, o Irão não está aberto a negociações.
O presidente dos Estados Unidos afirmou na terça-feira que o Irão estaria a preparar um ataque aos EUA, justificando uma ofensiva contra alvos no Irão. A alegação marca uma escalada nas tensões entre Washington e Teerão, no contexto de impasse negocial sobre o programa nuclear iraniano.
A ofensiva foi descrita como resposta a uma possível ameaça iminente, segundo as declarações de Casa Branca. O objetivo declarado seria dissuadir qualquer ataque imediato contra território norte-americano ou seus aliados na região.
Notas associadas indicam que as ações teriam ocorrido em resposta a atividades militares no Irão, com apoio de forças israelitas, conforme reportado na cobertura de ontem. Identifica-se a retaliação como parte de uma campanha mais ampla de pressão regional.
Reação internacional
O embaixador do Irão junto às Nações Unidas, em Genebra, negou a intenção de iniciar negociações enquanto o país estivesse sob ataque. A grande defesa iraniana foi apresentada como prioridade, destacando a preservação de capacidades defensivas.
Segundo a representação iraniana, a liderança mantém o foco na proteção da soberania nacional e na defesa contra agressões externas. A posição reforça a distância entre Teerão e a expectativa de retomar conversações diplomáticas neste momento.
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