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Passos Coelho admite recandidatura quando quiser e defende acordo com Chega e IL

Passos Coelho afirma que se recandidatará quando quiser e defende acordos com Chega e IL para estabilidade e reformas políticas

Passos Coelho
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  • Passos Coelho afirmou que se recandidata “quando quiser” e defende acordos com Chega e IL para evitar que esses partidos lucrem eleitoralmente.
  • Em entrevista ao ECO, disse que não vê razões para dissimular as suas intenções e que não exclui possibilidades futuras.
  • Refletiu sobre o ciclo entre 2011 e 2015, a intervenção externa e a geringonça, afirmando que o PS esvaziou BE e PCP nessa altura, o que não é repetível hoje.
  • Considera improvável que o Chega ou a IL se esvaziem, e antevê que, se o PSD perder as eleições, o PS não será o eleito provável; aponta o Chega como provável vencedor.
  • Defende reformas políticas e estabilidade, critica a cobertura mediática e afirma preferir ler jornais; sustenta que o projeto reformista não recebeu a devida ênfase pública.

Passos Coelho afirmou que pretende recandidatar-se quando entender conveniente, acrescentando a importância de explorar acordos com Chega e IL para evitar que esses partidos ganhem vantagem eleitoral. A entrevista foi publicada pelo jornal ECO.

O ex-primeiro-ministro destacou que não vê razões para esconder as suas intenções, admitindo que pode anunciar a candidatura quando assim entender. Assumiu ainda estar em boa forma política e pessoal, sem procurar projetos específicos no momento.

Ao longo da conversa, o pediu para analisar o período entre 2011 e 2015, quando ocupou funções governativas, incluindo a altura da intervenção externa de Portugal e o surgimento da solução política que ficou conhecida como geringonça.

Contexto político e perspectivas

Sublinhe-se que o antigo líder do PSD afirmou que o PS aproveitou a fraqueza do BE e do PCP para evitar o regresso de um governo do PSD. A leitura dele é de que o cenário atual não permite repetir o modelo de parlamento tripartido.

Considerou ainda que não seria provável o BE ou o PCP reentrar no equilíbrio político com o mesmo papel de outrora, devido ao receio de que o PSD e outras forças pudessem vencer as eleições. A previsão aponta para a relevância de Chega no futuro.

Abordagem sobre estabilidade e reformas

Passos Coelho defendeu que uma via de estabilidade passaria por estabelecer acordos com partidos da direita. Afirmou que, se esse caminho fosse tentado, haveria responsabilidades políticas para quem recusa acomodar condições de governabilidade.

O ex-líder social-democrata insistiu na necessidade de reformas políticas em Portugal, destacando que a disciplina orçamental tem sido cumprida, mas que ainda é necessário manter uma visão reformista para evitar o regresso de situações de instabilidade financeira.

Reflexões sobre o espaço mediático e o reformismo

A entrevista também abordou a forma de acompanhar o espaço mediático, com Passos Coelho a indicar que prefere acompanhar jornais em vez de televisão, e a questionar o destaque dado ao projeto reformista na comunicação social.

Concluiu afirmando ter dúvidas de que a mensagem de pacificação tenha sido o eixo mais salientado pela retórica pública, especialmente no que diz respeito a temas como educação e pensões.

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