- Dezoito pedidos de repatriamento de portugueses em Israel chegaram a Portugal, segundo o secretário de Estado das Comunidades Portuguesas.
- Dos treze portugueses que vivem no Irão, ainda não houve pedido de repatriamento; alguns estavam em viagem e foram surpreendidos pelo encerramento do espaço aéreo.
- Emídio Sousa disse que ainda não há contabilização do total de portugueses em viagem e que foi recomendado inscrever-se no gabinete de emergência consular.
- O Ministério dos Negócios Estrangeiros pediu aos portugueses no Médio Oriente para seguir as instruções locais, permanecer em casa e contactar embaixadas ou consulados em caso de emergência.
- O confronto entre Israel e Estados Unidos contra o Irão gerou represálias com mísseis e drones; o Irão confirmou a morte do ayatollah Ali Khamenei e a Cruz Vermelha iraniana indicou pelo menos 200 mortos e 750 feridos; Portugal e outros países condenaram os ataques iranianos.
Portugal recebeu 18 pedidos de repatriamento de portugueses em Israel, registados após os ataques de Israel e dos EUA contra o Irão, anunciou este domingo o secretário de Estado das Comunidades Portuguesas, Emídio Sousa. A informação foi prestada à RTP.
Entre os pedidos, 13 portugueses que vivem no Irão ainda não avançaram com repatriamento; surgiram casos de viajantes surpreendidos pelo encerramento do espaço aéreo. O secretário de Estado frisou que não está feita a contabilização total de quem está em viagem.
Emídio Sousa explicou ainda que contactou o Governo e recomendou a inscrição no Gabinete de Emergência Consular. O Ministério dos Negócios Estrangeiros pediu aos residentes na região do Médio Oriente que cumpram as recomendações locais e contactem as embaixadas ou consulados em caso de emergência.
Contexto regional
Israel e os EUA lançaram no sábado ataques militares contra o Irão para eliminar supostas ameaças. Teerão respondeu com mísseis e drones contra bases norte-americanas e alvos israelitas, sem que haja still confirmado de danos humanos em larga escala.
Segundo a Cruz Vermelha iraniana, registaram-se pelo menos 200 mortos e cerca de 750 feridos. Portugal, França, Alemanha e Reino Unido condenaram os ataques iranianos a países da região.
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