- O Papa Leão XIV, a partir da Praça de São Pedro, pediu contenção aos envolvidos e espaço para diplomacia na crise entre Irão e Médio Oriente.
- O Pontífice expressou “profunda preocupação” com a guerra em curso na região e com o destino das minorias cristãs.
- Afirmou que a estabilidade e a paz não se constroem com ameaças ou armas, defendendo o diálogo razoável, autêntico e responsável.
- Reforçou a necessidade de a diplomacia ter um papel ativo na moderação dos conflitos e apelou ao diálogo entre Paquistão e Afeganistão.
- No Angelus de dias anteriores, tinha condenado a violência nas ruas do Irão e o recrudescimento dos confrontos no norte da Síria.
Após a oração dominical no Angelus, o Papa Leão XIV pediu contenção aos intervenientes na crise no Irão e no Médio Oriente. Em vaticínio diplomático, o Pontífice sublinhou que estratégias de poder económico e militar não constroem futuro para a humanidade.
O Papa expressou profunda preocupação com o conflito em curso e o destino das minorias cristãs na região. A igreja reiterou o desejo de atuar como moderadora política para favorecer a resolução pacífica dos confrontos.
Diplomacia como alternativa à escalada
O pontífice afirmou que a estabilidade não resulta de ameaças ou de armas, mas de diálogo responsável. Chamou a as partes a assumirem responsabilidade para evitar uma espiral de violência que pode tornar-se irreparável.
Contexto e próximos passos
Durante o Angelus, o líder religioso destacou ainda a importância do diálogo entre Paquistão e Afeganistão, dois países mencionados pelo Papa. Em janeiro, já tinha condenado as manifestações no Irão e o aumento dos conflitos no norte da Síria.
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