- O líder do Chega, André Ventura, tem centenas de mensagens sobre crime nas redes sociais, segundo o texto.
- Segundo o artigo, não há referências a polícias acusados de tortura e violação nem aos seus 70 amigos.
- O texto recorda que, em janeiro, já foi abordado o silêncio de Ventura sobre os neonazis do grupo 1143.
- O autor sugere que houve várias oportunidades nos últimos sete meses para comentar o tema, mas isso não aconteceu.
- A peça analisa a diferença entre o que é referido publicamente sobre crime em geral e o que não é discutido quando envolve polícias.
O artigo em análise critica o silêncio de André Ventura, líder do Chega, sobre acusações contra polícias envolvidas em tortura e violação, contrapondo com a mobilização nas redes sociais centrada em criminalidade.
Segundo o texto, as mensagens nas redes do Chega destacam delinquentes de pele escura, sem registar posições sobre os polícias implicados. A peça sustenta que esse silêncio é recorrente.
Em janeiro, já tinha sido alvo de comentário público o silêncio de Ventura face aos neonazis do grupo 1143. O artigo reitera a existência de várias oportunidades nos últimos sete meses para abordar o tema.
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