- José Luís Carneiro apresenta a sua recandidatura ao cargo de secretário-geral do PS, mantendo a liderança única sem opositores.
- A sessão de apresentação é neste sábado, às 15h30, na sede nacional em Lisboa; discursam também Lara de Sousa Dantas e João Pedro Pereira.
- A candidatura aponta para o XXV Congresso Nacional, que decorre entre 27 e 29 de março, em Viseu, com consagração prevista para depois das próximas eleições a 13 e 14.
- A moção estratégica global, intitulada “Contamos todos”, defende a preparação de políticas para a futura governação do PS e afirma que não irão procurar eleições legislativas antecipadas.
- Entre as propostas estão a criação de um Código de Ética dos militantes e eleitos, uma Comissão de Ética e um canal de denúncias interno; Carneiro também pediu inclusão e participação de todos os militantes.
José Luís Carneiro anunciou neste sábado a recandidatura ao cargo de secretário-geral do Partido Socialista, na sede nacional, em Lisboa. A corrida volta a ser sem opositores, com o objetivo de afirmar e modernizar o partido.
A sessão de apresentação está marcada para as 15h30. Além de Carneiro, discursam Lara de Sousa Dantas, reconhecida pela Forbes Portugal entre as 30 Under 30, e João Pedro Pereira, premiado como melhor estudante de Economia no ISCTE-IUL.
Tal como nas diretas de junho de 2025, Carneiro é candidato único à liderança do PS. A consagração está marcada para o XXV Congresso Nacional, de 27 a 29 de março, em Viseu.
Contexto e mensagens-chave
Carneiro já assumiu o partido de forma intercalar e aspira vencer as próximas eleições internas. A moção global de estratégia, intitulada Contamos todos, defende prepararmos o PS para governação sem antecipar eleições legislativas.
Na moção, o deputado promete um movimento participativo, com código de ética, comissão de ética e canal de denúncias interna. A ideia é ampliar a participação de militantes e da sociedade civil.
Carneiro justificou, em apresentação anterior, que houve dois meses para convocar os atos eleitorais. Reforçou o apelo à união interna e à participação de críticos nas sessões de debate.
O presidente do PS, Carlos César, comentou que a ausência de opositores demonstra reconhecimento da liderança de Carneiro. Entre as prioridades, o candidato aponta habitação, saúde, salários e uma política fiscal orientada pela tecnologia.
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