- O primeiro-ministro Luís Montenegro rejeitou alimentar polémicas, dizendo que a função dele é agir como executor, não comentador.
- Garantiu que o Governo atua com rapidez para responder às intempéries, mantendo mecanismos mínimos de controlo.
- Destacou a disponibilidade do governo para as empresas, com várias solicitações de emergência a tratar.
- Defendeu que a rapidez no apoio não pode comprometer a fiscalização, mantendo controlo mínimo.
- Detalhou os critérios para atribuição de apoios: até cinco mil euros exigem registo fotográfico; até dez mil euros requerem vistoria da câmara municipal.
O primeiro-ministro Luís Montenegro respondeu às críticas de Pedro Passos Coelho sem entrar em polémicas, afirmando que o foco é governar e resolver problemas concretos do país. Disse que não vai alimentar debates paralelos e que o papel dele é agir, não comentar cenários.
Montenegro sustentou que a função de um chefe de Governo é tomar decisões rápidas para responder às situações. Reforçou que o país precisa de medidas que ajudem os cidadãos, destacando que o governo está a agir com rapidez, mas com algum controlo.
Sobre as intempéries recentes, o líder do Executivo garantiu que o Governo está a actuar com celeridade e a disponibilizar apoio às empresas, sem deixar de assegurar mecanismos de fiscalização. O objetivo é equilibrar rapidez com rigor.
Quanto aos critérios de atribuição de apoios, o Primeiro-Ministro explicou que prejuízos até 5 mil euros exigem registo fotográfico, enquanto perdas até 10 mil euros pedem vistoria da câmara municipal. Não deve haver automatismos.
Montenegro reiterou que as decisões foram tomadas de forma célere para responder às necessidades mais urgentes, mantendo um processo ágil com um mínimo de controlo. O objetivo é um /processo eficaz, sem comprometer a supervisão.
Afirmou ainda que o Governo está disponível para apoiar as empresas afetadas, diante de um volume significativo de pedidos de ajuda. A mensagem central é a de agir com responsabilidade e transparência.
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