- O primeiro-ministro Luís Montenegro recusou comentar as críticas de Pedro Passos Coelho, dizendo que a tarefa é governar o país e não comentar.
- Montenegro enfatizou o papel fundamental das Comissões de Coordenação e Desenvolvimento Regional (CCDR) na reforma do Estado.
- O arranque do novo modelo contou com cinco vice-presidentes nomeados pelo Governo.
- A mensagem, destacou, é agir e executar.
O primeiro-ministro Luís Montenegro evitou comentar as críticas de Pedro Passos Coelho, que o acusou de falta de ambição reformista. Disse apenas que a tarefa é governar o país, não ser comentador.
Montenegro reforçou o papel das Comissões de Coordenação e Desenvolvimento Regional (CCDR) na reforma do Estado. Após a tomada de posse dos novos presidentes das CCDR, destacou a importância destas estruturas na execução do novo modelo.
O Governo já nomeou cinco vice-presidentes para acompanhar a reforma e garantir o funcionamento do novo ciclo. A prioridade, segundo o presidente do Governo, é agir e executar sem entraves.
A declaração ocorreu numa altura em que o Executivo aposta numa reforma abrangente do aparelho público. Mantém o foco na implementação concreta de medidas, em vez de debates políticos.
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