- Gonçalo Matias afirmou, no debate parlamentário, que as críticas de Pedro Passos Coelho diziam respeito aos oito anos de governação do Partido Socialista.
- O governante sustenta que o PS não tem “essa mácula” na sua governação.
- Em 24 de fevereiro, Passos Coelho chamou “precedente grave” à passagem direta de Luís Neves da Polícia Judiciária para ministro da Administração Interna, comparando-a à saída de Mário Centeno do governo para o Banco de Portugal.
- O ex-primeiro-ministro admitiu que a decisão de convidar o ex-diretor da Polícia Judiciária para o Ministério da Administração Interna pode ter sido de boa fé, mas reiterou o grave do precedente.
- Matias destacou a nomeação que fez para a Administração Pública, referindo o CTO do Estado, com trinta anos de experiência no setor privado, e afirmou que a escolha não era dirigida às críticas de Passos Coelho.
Gonçalo Matias afirmou no debate setorial no parlamento que as críticas feitas por Pedro Passos Coelho sobre o Estado e as nomeações estavam dirigidas aos oito anos de governação do Partido Socialista, e não à atual governação.
O governante acrescentou que o PS não tem, de modo algum, uma mácula associada ao seu período no poder, mantendo a leitura de que as críticas referem-se ao passado.
No mesmo contexto, Passos Coelho tinha, em 24 de fevereiro, considerado um precedente grave a passagem direta de Luís Neves, da direção nacional da Polícia Judiciária para o Ministério da Administração Interna, comparando-a à saída de Mário Centeno do governo para o Banco de Portugal.
O ex-líder do PSD também defendeu que a competência administrativa é mais relevante do que a confiança política, lembrando que convidou para ministros pessoas que não conhecia bem, segundo a leitura de Matias.
Gonçalo Matias referiu ainda a nomeação que fez para a Administração Pública, destacando o CTO do Estado, um quadro com cerca de 30 anos de experiência no setor privado, que trabalha na modernização tecnológica do Estado e atua no território.
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