- Portugal expressa condolências e solidariedade ao povo e autoridades do Brasil após as chuvas em Minas Gerais que já causaram pelo menos 53 mortes.
- O Ministério dos Negócios Estrangeiros acompanha com consternação as consequências do temporal na Zona da Mata, especialmente em Juiz de Fora e Ubá, com vítimas mortais e desaparecidos.
- O balanço do Corpo de Bombeiros aponta pelo menos 53 mortes e 15 desaparecidos.
- Juiz de Fora é a região com o maior número de vítimas, 47 mortos e 13 desaparecidos, seguida por Ubá, a cerca de 100 quilômetros de distância.
- Cerca de 3.600 habitantes de Juiz de Fora e Ubá foram deslocados para abrigos, à medida que as chuvas continuam, com novas inundações e deslizamentos a ocorrer.
O Governo de Portugal enviou condolências e solidariedade ao povo e às autoridades do Brasil após as chuvas torrenciais em Minas Gerais. O comunicado do Ministério dos Negócios Estrangeiros lamenta as graves consequências do temporal.
Segundo atualização do Corpo de Bombeiros, ao menos 53 pessoas morreram e 15 estão desaparecidas no estado. O balanço inclui seis óbitos adicionais, anteriormente considerados desaparecidos.
O epicentro das mortes compreende Juiz de Fora, na Zona da Mata, onde foram registados 47 óbitos e 13 desaparecimentos. Em Ubá, a cerca de 100 quilómetros, registaram-se as restantes vítimas. A região é conhecida por fortes precipitações no verão.
Deslocados e intervenção
O temporal iniciou-se na segunda-feira, provocando deslizamentos de terreno e inundações que arrasaram bairros e danificaram infraestruturas. As chuvas mantêm-se e houve novas inundações e derrocadas na manhã de hoje, com bombeiros e forças de segurança em operação de resgate.
Cerca de 3.600 residentes de Juiz de Fora e Ubá tiveram de abandonar as suas casas, alojando-se em abrigos ou junto de familiares. As autoridades continuam a avaliar os danos e a coordenar as operações de apoio.
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