- A presidente da Câmara Municipal de Coimbra, Ana Abrunhosa, disse que pode ter exagerado no encontro com o ministro da Agricultura, José Manuel Fernandes, ao defender os agricultores afetados pelas tempestades.
- O atraso ao local aconteceu por causa de um deslizamento de terras que encerrou o mercado municipal, e Abrunhosa informou o ministro do atraso previamente.
- Ela explicou que, ao chegar, percebeu que o ministro já falava com jornalistas, e afirmou ter questionado o que pretendia fazer; disse que as emoções falaram mais alto.
- A autarca afirmou que tudo acabou por se resolver e que o ministro manteve disposição para ouvir os autarcas e agricultores, chegando a conversar bastante com eles.
- Reiterou que o objetivo foi defender os agricultores, criticou o tempo de resposta e destacou a importância de ouvir o terreno antes de se dirigir à comunicação social, garantindo que não há consequências políticas.
A presidente da Câmara Municipal de Coimbra, Ana Abrunhosa, admitiu que pode ter exagerado durante o encontro com o ministro da Agricultura, José Manuel Fernandes. A intervenção ganhou destaque mediático pelas imagens televisivas.
Em entrevista ao programa Doze às 10, da TVI, a autarca explicou que a ação visou defender os agricultores da região afetados pelas tempestades. As emoções, disse, falaram mais alto durante o momento.
A cozinaria explicou ainda que chegou atrasada ao encontro devido a um deslizamento de terras que obrigou ao encerramento do mercado municipal, onde passara a manhã. Avisou o gabinete do ministro sobre o atraso.
A autarca, que já foi ministra da Coesão Territorial, afirmou que a situação acabou por se resolver. Admite ter exagerado e disse que o ministro manteve diálogo com autarcas e agricultores.
O objetivo da intervenção foi defender medidas rápidas para os produtores com graves dificuldades. Abrunhosa reforçou que a disponibilidade do ministro para ouvir o terreno é essencial para políticas eficazes.
Ela explicou que, apesar do atraso de horas, houve oportunidade de diálogo e entendimento. Reforçou ainda que não guarda ressentimentos e que a reunião serviu para colocar o problema em evidência.
Defesa dos agricultores e críticas à gestão do tempo
Para a autarca, é crucial que as autoridades escutem primeiro o terreno antes de falar publicamente. Alegou que há casos em que a comunicação social só surge depois da reunião, o que, neste caso, não ocorreu.
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