- A Direção da Associação para o Desenvolvimento Social (SEDES) é favorável à regionalização e prepara um ciclo de conferências em 2026 para levar o tema à agenda pública.
- Álvaro Beleza afirma que órgãos eleitos não criam mais despesa e, ao mesmo tempo, permitem escrutínio democrático.
- Beleza sustenta que a regionalização não acarreta custos adicionais para o Estado, mas aumenta a democracia.
- A expressão “chegou a hora de o país decidir como arruma a casa” aponta para um debate nacional sobre o tema.
- O assunto dominará as preocupações da SEDES durante o próximo ano, refletindo o foco de 2026.
A Direção da SEDES — Associação para o Desenvolvimento Social — mostrou apoio à regionalização, anunciando um ciclo de conferências para levar o tema à agenda em 2026. A iniciativa pretende abrir espaço ao debate público sobre a organização territorial.
Álvaro Beleza afirma que a regionalização não acarreta custos adicionais para o Estado, mas aumenta o escrutínio democrático. Segundo o dirigente, órgãos eleitos ajudam a melhorar a governança sem onerar o erário.
O tema está a ganhar centralidade na agenda da SEDES, que aponta para um ano inteiro de trabalho em prol da regionalização. O objetivo é esclarecer impactos, responsabilidades e oportunidades para o país.
Ciclo de conferências para a regionalização
O ciclo de conferências será utilizado para apresentar dados e casos de estudo, promovendo participação cívica. A iniciativa visa esclarecer vantagens e desafios da transição para uma organização territorial mais regionalizada.
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