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CDS-PP respeita decisão de Cascais de atribuir pelouros ao Chega

CDS-PP Cascais afirma respeitar a decisão do presidente da Câmara de Cascais de atribuir pelouros aos vereadores do Chega, mantendo compromisso com a estabilidade institucional

Presidente da Câmara de Cascais, Nuno Piteira Lopes
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  • O CDS-PP Cascais diz não ter participado em acordo para atribuição de pelouros aos dois vereadores do Chega, mas afirma respeitar a decisão do presidente da Câmara, Nuno Piteira Lopes (PSD).
  • A atribuição de pelouros aos vereadores do Chega gerou críticas e levou os dois eleitos do PS, que tinham acordo com o PSD, a devolver os pelouros.
  • O CDS-PP Cascais, que integra a coligação com o PSD, sustenta que a definição da composição do executivo é prerrogativa do presidente, dentro das suas funções institucionais, e quer estabilidade institucional.
  • O presidente da Câmara afirmou ter cumprido o compromisso de trabalhar com todos os eleitos, independentemente do resultado das autárquicas.
  • Reações incluíram o antigo presidente da Câmara, António Capucho, que qualificou a decisão de “bizarra” e “inqualificável”, exortando o PSD a explicar aos munícipes.

O CDS-PP de Cascais afirmou nesta quarta-feira que não participou em qualquer acordo para atribuir pelouros aos eleitos do Chega, mas disse respeitar a decisão do presidente da Câmara, Nuno Piteira Lopes, do PSD. A firmação surge após a polémica criada pela nomeação de dois pelouros aos vereadores do Chega.

A posição foi apresentada em comunicado, no qual o CDS-PP sustenta que a definição da composição do executivo e a atribuição de pelouros são prerrogativas do presidente da Câmara Municipal, no âmbito das suas funções institucionais. O partido ressalva, porém, a discordância com a decisão tomada.

A decisão em causa foi tomada pelo atual presidente da Câmara Municipal de Cascais, Nuno Piteira Lopes, e tem gerado críticas. Os dois eleitos do PS, que tinham acordo de governação com o PSD, abdicaram dos pelouros, devolvendo-os ao executivo.

Além do PS, a decisão gerou desconforto no CDS-PP, que integra a coligação vencedora das últimas autárquicas em Cascais. Em reunião pública da Câmara, o vereador centrista Pedro Morais Soares afirmou que o CDS-PP não fez e não fará acordos com o Chega, e que o partido iria reunir os seus órgãos para analisar a situação.

Numa nota de hoje, o CDS/Cascais reiterou que é um fator de estabilidade e defendeu a necessidade de manter a estabilidade institucional para cumprir compromissos com a população. O partido acrescentou que assumirá uma posição responsável em defesa dos interesses do concelho.

Contexto político e resultados eleitorais

O PSD/CDS-PP perdeu a maioria absoluta em Cascais nas eleições de outubro, com a coligação Viva Cascais a vencer com Nuno Piteira Lopes como cabeça de lista. O PS ficou em segundo, seguido por uma candidatura independente. O Chega também elegou dois representantes, ampliando o quadro de parlamento municipal.

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