- Luís Neves tomou posse como ministro da Administração Interna, afirmando aceitar o cargo sem reservas apesar de ter saído da Polícia Judiciária.
- O ato ocorreu no Palácio de Belém, onde tomaram posse também três secretários de Estado reconduzidos: Paulo Simões Ribeiro, Telmo Correia e Rui Rocha.
- Neves explicou ter sentido um apelo para abraçar o novo projeto de governo e destacou a importância da cooperação com estruturas como GNR, PSP, Proteção Civil e autarquias.
- Garantiu manter a posição pró-salários melhores para forças de segurança e afirmou que continuará a defender meios para as instituições, mantendo-se fiel à sua consciência.
- A cerimónia contou com a ausência de Maria Lúcia Amaral; o governante enfatizou a necessidade de coordenação com o poder local para enfrentar os desafios da Administração Interna.
Luís Neves tomou posse como novo ministro da Administração Interna, durante uma cerimónia no Palácio de Belém. Assumiu o cargo após deixar a Polícia Judiciária, dizendo que não tem reservas quanto à transição e que sentiu o apelo para abraçar o novo projeto.
O ministro afirmou que cabe ao cargo responder a propostas positivas que lhe chegarem, mantendo o foco na prevenção, cooperação e coordenação entre estruturas. Garantiu que não haverá conflitos com o passado na investigação criminal.
Sobre o regresso da liderança da PJ, Neves afastou qualquer conflito com o seu passado e disse que o diretor nacional não investiga pessoas. Enfatizou que o cargo é para organizar e prover meios à instituição.
Ele fez um apelo à cooperação com GNR, PSP, Proteção Civil, bombeiros, Forças Armadas e autarcas. O objetivo é colaborar na missão de proteção civil e na proximidade com as populações.
Luís Neves, natural da Beira Baixa, prometeu trabalhar em estreita colaboração com o poder local. Segundo ele, é essencial ligar-se aos autarcas para enfrentar as necessidades do interior.
O ministro concluiu que está preparado para os desafios da Administração Interna e que está disponível para ouvir propostas. Reforçou que apenas aceitou ideias alinhadas com a sua consciência.
Equipa reconduzida
No mesmo ato, foram empossados três secretários de Estado reconduzidos: Paulo Simões Ribeiro, Telmo Correia e Rui Rocha. Eles já integram o ministério na tutela de Maria Lúcia Amaral e durante a transição de Montenegro.
Maria Lúcia Amaral não compareceu à cerimónia, que decorreu na Sala dos Embaixadores do Palácio de Belém.
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