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Presidente da Câmara de Braga comenta forma de apoiar clube e cidade

Presidente da Câmara defende que a expressão de apoio a Braga não é desordem e pede apuramento rigoroso de factos

A Tarja preparada para o dérbi deste sábado
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  • O presidente da Câmara Municipal de Braga, João Rodrigues, pediu que tudo seja apurado com objetividade, rigor e sentido de responsabilidade.
  • O episódio ocorreu na altura do dérbi entre Sp. Braga e Vitória SC, gerando várias reações nas redes sociais.
  • Rodrigues afirmou que não está em causa apenas a tensão do jogo, mas a forma de expressar apoio a um clube e a uma cidade.
  • A tarja dos adeptos do Sp. Braga, conforme publicitado, não tinha conteúdo ofensivo nem promovia ódio ou violência.
  • O autarca destacou o papel da PSP na segurança pública, defender Braga e exigir atuação proporcional, com serenidade e firmeza.

O presidente da Câmara Municipal de Braga, João Rodrigues, reagiu aos episódios que marcaram o dérbi entre Sp. Braga e V. Guimarães, no sábado à noite. Pediu apurar tudo com objetividade, rigor e responsabilidade para esclarecer os motivos da intervenção.

O autarca sublinhou que o caso vai além de um momento de tensão no jogo, defendendo que importa também analisar a forma como se expressa o apoio a um clube e a uma cidade.

Rodrigues destacou que a tarja apresentada pelos adeptos do Sp. Braga, conforme divulgada, não continha conteúdo ofensivo nem promovia ódio ou violência, reforçando o orgulho da cidade de Braga e o seu sentido de pertença.

O presidente da Câmara acrescentou que Braga tem identidade e orgulho, que não se devem confundir com desordem ou ser tratados como problema. É essencial manter o respeito, o bom senso e a proporcionalidade na atuação das instituições.

Na íntegra do comunicado, reforça-se a necessidade de esclarecer os factos com rigor junto das entidades competentes. A PSP mantém o papel de garantir a ordem pública, desde que atuando de forma proporcionada e fundamentada.

Ao encerrar, João Rodrigues afirmou que vai defender a cidade e os bracarenses, exigindo que as instituições atuem com serenidade e firmeza, sempre em benefício da segurança e da coesão da comunidade.

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