- A presidente da Iniciativa Liberal (IL), Mariana Leitão, disse que a nomeação de Luís Neves para ministro da Administração Interna ocorre num momento exigente para Portugal.
- Marcelo Rebelo de Sousa aceitou a proposta do primeiro-ministro, Luís Montenegro, de nomear Luís Neves, atual diretor nacional da Polícia Judiciária (PJ), para o cargo.
- Luís Neves substitui Maria Lúcia Amaral, que se demitiu das funções de ministra da Administração Interna no dia 10 de outubro.
- A IL afirmou que acompanhará de perto a atuação de Luís Neves e espera que esteja à altura da responsabilidade.
- A tomada de posse está marcada para segunda-feira, às 10:00, no Palácio de Belém.
A presidente da Iniciativa Liberal (IL), Mariana Leitão, afirmou que a nomeação de Luís Neves para o cargo de ministro da Administração Interna acontece num momento exigente para Portugal, que exige reformas concretas no setor. A mensagem foi publicada nas redes sociais.
A IL entende que o país precisa de melhor coordenação, planeamento eficaz e capacidade de resposta prática. Leitão afirmou que é tempo de cumprir reformas que ainda estão por avançar, e que o país não pode continuar apenas com anúncios sem resultados.
A líder liberal acrescentou que a IL vai acompanhar de perto a atuação de Luís Neves e espera que esteja à altura da responsabilidade, entregando os resultados que o país exige. Neves dirige a PJ desde 2018.
Histórico e perfil de Luís Neves
Luís Neves licenciou-se em Direito e entrou na Polícia Judiciária em 1995, após uma passagem pela advocacia. Na PJ concentrou-se na investigação criminal, com foco no crime violento, terrorismo e extremismo.
Antes de chegar à direção, Neves foi responsável pela Unidade Nacional Contra-Terrorismo (UNCT) e pela antiga Direção Central de Combate ao Banditismo (DCCB). O cargo na Administração Interna é uma nomeação recente.
Luís Neves vai substituir Maria Lúcia Amaral, que renunciou ao cargo de ministra da Administração Interna. A tomada de posse está marcada para segunda-feira, às 10:00, no Palácio de Belém. Montenegro assumiu competências da pasta de forma transitória após a demissão.
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