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PS/Aveiro solicita calamidade para Castelo de Paiva e Anadia

PS/Aveiro pede ao Governo que estenda a calamidade a Castelo de Paiva e Anadia, citando danos e a necessidade de apoio na recuperação

Força Aérea realizou esta quarta-feira um sobrevoo de reconhecimento da zona envolvente ao Rio Vouga, entre a Ria de Aveiro e a barragem de Ermida
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  • Deputados do PS/Aveiro defendem o alargamento da situação de calamidade a Castelo de Paiva e Anadia.
  • Argumentam que os dois concelhos remeteram ao Governo uma exposição formal sobre a dimensão dos estragos da tempestade Kristin e solicitam avaliação da calamidade.
  • Alertam que a ausência de enquadramento poderá limitar o acesso a instrumentos financeiros e logísticos essenciais à recuperação.
  • Questionam o ministro da Presidência sobre a razão pela qual Castelo de Paiva e Anadia não integram a calamidade e qual a avaliação dos danos.
  • Perguntam se o Governo pretende alargar a calamidade a estes municípios, quais medidas de apoio existem e como será articulada a resposta entre o Governo e as autarquias na recuperação.

Os deputados socialistas eleitos pelo círculo de Aveiro defendem o alargamento da situação de calamidade aos concelhos de Castelo de Paiva e Anadia, no distrito de Aveiro. A proposta surge após uma exposição formal enviada ao Governo sobre os estragos da tempestade Kristin.

Segundo a delegação do PS/Aveiro, foi questionado o ministro da Presidência sobre os danos nesses municípios e a necessidade de declarar calamidade para facilitar respostas excecionais e apoio financeiro. A ideia é agilizar procedimentos de reposição.

Os deputados destacam que a ausência de enquadramento formal pode restringir instrumentos logísticos e financeiros para a recuperação, colocando Castelo de Paiva e Anadia numa situação de vulnerabilidade. Pedem esclarecimentos sobre a avaliação de danos.

Questiona-se, ainda, se o Governo tem conhecimento da dimensão dos estragos e se pretende estender a calamidade aos dois concelhos. Pergunta-se também quais medidas de apoio já estão em marcha ou previstas.

Agressões ao longo do país e estado de calamidade

De acordo com dados oficiais, 18 pessoas morreram em Portugal devido às depressões Kristin, Leonardo e Marta, com centenas de feridos e desalojados. As regiões Centro, Lisboa e Vale do Tejo e Alentejo foram as mais afetadas.

A declaração de calamidade abrangia 68 concelhos e terminou no último domingo. As autoridades continuam a coordenar ações de socorro, ajuda humanitária e reconstrução, com foco na recuperação da normalidade.

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