- O Chega pediu audição da antiga ministra da Administração Interna, Maria Lúcia Amaral, na Comissão Parlamentar de Inquérito aos incêndios do último verão.
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- O partido publicou uma lista de entidades a ouvir, destacando Maria Lúcia Amaral como prioridade.
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- O Chega afirma que a ex-ministra foi “praticamente invisível” durante o mandato, deixando decisões críticas sem respostas claras.
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- A audição é tida como fundamental para apurar factos e permitir aos portugueses conhecer a verdade sobre a atuação do Estado em mais um período trágico.
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- O Chega rejeita silêncio ou fuga de responsabilidades e defende que a comissão funcione com total transparência, expondo falhas da gestão.
O Chega anunciou que pretende ouvir a ex-ministra da Administração Interna, Maria Lúcia Amaral, na Comissão Parlamentar de Inquérito aos incêndios do último verão. A audição é considerada pelo partido fundamental para o apuramento dos factos.
A lista de entidades a ouvir, publicada pelo grupo parlamentar, atribui particular relevância à antiga governante no enquadramento da investigação. O Chega sustenta que a audição pode esclarecer aspetos da atuação do Estado durante o período crítico.
O partido indica que Maria Lúcia Amaral foi, na sua perspetiva, uma ministra pouco visível ao longo do mandato, deixando decisões críticas sem respostas claras. A preferida do Chega é ouvir a ex-ministra, que se demitiu recentemente.
Para o Chega, a presença de Amaral é essencial para o apuramento completo da verdade sobre a gestão pública nos incêndios. O grupo reforça a necessidade de transparência na comissão e de expor eventuais falhas graves na resposta estatal.
André Ventura, líder do Chega, enfatiza que a comissão deve cumprir a sua missão sem evasivas, independentemente das consequências políticas. O objetivo é apresentado como revelar a atuação do Estado neste período trágico para Portugal.
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