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UE oferece salário de 6.000 euros e carreira vitalícia, mas apenas 3% entram

UE relança o concurso AD5 com salário inicial até 6.758 euros e carreira vitalícia; menos de 3% de 50–60 mil candidatos obterão vagas permanentes

Euronews
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  • O Gabinete Europeu de Seleção de Pessoal relança o concurso AD5, após uma pausa de sete anos, com candidaturas até 10 de março e possível entrada dentro de dois anos.
  • O posto oferece salário inicial até 6.758 euros por mês e estabilidade de carreira, com expectativa de entre cinquenta e sessenta mil candidaturas e menos de três por cento a concluírem o processo.
  • Há 1.490 lugares em lista de reserva, sendo que cerca de 750 candidatos poderão obter vagas permanentes.
  • As provas online são exigentes e incluem raciocínio, conhecimentos sobre a União Europeia, competências digitais e redação de políticas.
  • A iniciativa decorre num momento em que a presidente da Comissão, Ursula von der Leyen, pretende atrair uma nova geração e reforçar as competências digitais entre os quadros da instituição.

Bruxelas — O Gabinete Europeu de Seleção de Pessoal (EPSO) relançou o concurso AD5, após uma pausa de sete anos, abrindo a via para uma carreira permanente na Comissão Europeia. O salário inicial chega a 6.758 euros, com estabilidade a longo prazo, e o processo deverá atrair dezenas de milhares de candidatos.

Estima-se que entre 50 e 60 mil pessoas concorrem aos 1.490 lugares da lista de reserva, com cerca de 750 candidaturas a traduzirem-se em vagas permanentes. O número final depende do desempenho ao longo do concurso.

Os interessados enfrentam provas online exigentes: raciocínio, conhecimentos sobre a União Europeia, competências digitais e redação de políticas públicas. O objetivo é selecionar profissionais aptos a integrar a Administração da UE a longo prazo.

A iniciativa ocorre num momento em que a presidente Ursula von der Leyen procura atrair nova geração de quadros para reforçar competências digitais. O envelhecimento de muitos colaboradores também motiva reforços na função pública europeia.

As candidaturas devem ser apresentadas até 10 de março, com os selecionados a poderem iniciar funções dentro de dois anos.

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