- O Governo de Donald Trump é acusado de confundir as investigações sobre Jeffrey Epstein ao divulgar uma lista com mais de três centenas de nomes presentes nos ficheiros do Departamento de Justiça dos EUA.
- No fim de semana, a Procuradora-Geral Pam Bondi enviou ao Congresso uma carta de seis páginas com a lista de políticos de alto escalão, além de artistas, membros da realeza, magnatas da tecnologia e até um Papa.
- Bondi afirmou que a lista inclui pessoas que são ou foram funcionários do Governo ou “pessoas expostas politicamente” e que os nomes aparecem nos ficheiros pelo menos uma vez; garantiu ainda ter divulgado todos os ficheiros exigidos pela Lei de Transparência dos Arquivos Epstein.
- A lista inclui figuras como Elvis Presley, Diana de Gales, Margaret Thatcher e Marilyn Monroe; entre políticos constam Hillary Clinton, George W. Bush, Barack Obama, Joe Biden, Kamala Harris e Mike Pence, além de líderes estrangeiros como Benjamin Netanyahu, Tony Blair, Theresa May e Fidel Castro; membros da realeza, magnatas como Jeff Bezos e Mark Zuckerberg, artistas como George Clooney, Bruce Springsteen e Janis Joplin, e o Papa João Paulo II.
- O congressista democrata Ro Khanna criticou a divulgação, dizendo que o Departamento de Justiça está a criar confusão entre quem era predador e quem foi mencionado, citando o caso de Janis Joplin versus Larry Nassar.
O Governo dos EUA, sob a gestão de Donald Trump, é acusado de criar confusão nas investigações sobre Jeffrey Epstein ao divulgar uma lista de mais de 300 nomes mencionados nos ficheiros do Departamento de Justiça. A comunicação ocorreu numa carta de seis páginas enviada pela procuradora-geral Pam Bondi ao Congresso.
Bondi afirmou que a lista reúne pessoas que foram funcionárias do Governo, figuras politicamente expostas ou cuja menção aparece nos arquivos, e que já foram divulgados todos os documentos exigidos pela Lei de Transparência.
A carta surge num contexto de controvérsia sobre erros de redação nos documentos de Epstein, com Bondi a enfrentar críticas por parte de legisladores e vítimas. Ela negou pedidos de desculpa às vítimas durante uma audiência anterior.
Entre as personalidades citadas constam artistas, membros da realeza, magnatas da tecnologia e figuras políticas de referência, incluindo Hillary Clinton, George W. Bush, Barack Obama e Joe Biden. Líderes estrangeiros como Benjamin Netanyahu e Tony Blair também aparecem na lista.
Na lista figuram ainda membros da realeza, entre eles Diana, rainha Isabel II, o príncipe Harry e Meghan Markle, o príncipe Philip e Margaret Thatcher. O documento também menciona influentes no mundo dos negócios, como Jeff Bezos, Mark Zuckerberg e Rupert Murdoch.
Entre conservadores e democratas, nomes como Kamala Harris, Mike Pence e Fidel Castro aparecem, bem como artistas como George Clooney, Bruce Springsteen e Janet Joplin, falecida. O Papa João Paulo II é outra referência na compilação.
O democrata Ro Khanna, coautor de uma lei de transparência para os Arquivos Epstein, criticou a divulgação, dizendo que o DOJ pode confundir predadores com pessoas apenas mencionadas nos ficheiros. A leitura aponta para falta de clareza sobre o critério de inclusão.
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