Em Alta futeboldesportoPortugalinternacionaispessoas

Converse com o Telinha

Telinha
Oi! Posso responder perguntas apenas com base nesta matéria. O que você quer saber?

PCP propõe laboratório público: Instituto Nacional para a Computação Avançada

PCP propõe laboratório estatal de computação avançada para assegurar soberania tecnológica e monitorizar energia, água e IA, visando reduzir dependência externa

Paulo Raimundo, líder do PCP, assina o projecto de resolução para criar o novo laboratório do Estado
0:00
Carregando...
0:00
  • O PCP vai apresentar na Assembleia da República um projecto para criar o Instituto Nacional para a Computação Avançada, um laboratório do Estado dedicado à segurança digital e aos impactos da tecnologia.
  • O objetivo é assegurar soberania tecnológica e monitorizar aspetos como o consumo de energia e água.
  • O instituto deverá integrar a rede de laboratórios do Estado e ter papel de regulação, fiscalização e monitorização do desenvolvimento da computação avançada e da inteligência artificial, além de realizar investigação própria.
  • Caso o projecto seja aprovado, o Parlamento recomenda ao Governo a criação de uma comissão instaladora que, num prazo de um ano, apresente o quadro de pessoal, a sede e o orçamento inicial.
  • Os laboratórios do Estado são instituições públicas que atuam sob tutela ministerial, com responsabilidades em áreas estratégicas e em serviços à economia, à administração e às crises.

O PCP vai apresentar na Assembleia da República um projecto de resolução para criar o Instituto Nacional para a Computação Avançada, um laboratório do Estado dedicado à segurança digital e aos impactos da tecnologia. A medida pretende reduzir a dependência de soluções estrangeiras.

O objetivo é que o instituto monitore consumo de energia e água, garanta usos sustentáveis e previna abusos. O projeto defende que a estrutura ✦regule, fiscalize e acompanhe o desenvolvimento da computação avançada e da IA✦, com investigação própria.

Contexto institucional

Caso o projeto seja aprovado, o Parlamento recomenda ao Governo a criação de uma comissão instaladora que, em um ano, deverá apresentar um plano com pessoal, sede e orçamento inicial. A iniciativa insere-se numa linha de soberania tecnológica defendida pelo PCP.

O PCP sustenta que sem uma estrutura pública com estas valências o interesse público ficaria exposto a interesses externos. O texto é assinado por Paulo Raimundo, Paula Santos e Alfredo Maia. O argumento inclui alinhamento com a agenda de IA e soberania linguística defendida por agentes governamentais.

A explicação institucional aproxima o tema das decisões já tomadas pelo Governo em áreas tecnológicas, incluindo modelos de linguagem e estratégias de independência tecnológica. O PCP argumenta que o instituto atuaria como polo de regulação e monitorização.

Laboratórios do Estado, incluindo unidades dedicadas a energia, geologia, saúde e engenharia, já respondem a políticas públicas e crises nacionais. O PCP argumenta que o novo instituto reforçaria a resiliência tecnológica do país.

Comentários 0

Entre na conversa da comunidade

Os comentários não representam a opinião do Portal Tela; a responsabilidade é do autor da mensagem. Conecte-se para comentar

Veja Mais