- José Luís Carneiro formalizou a sua candidatura a secretário-geral do Partido Socialista, numa carta publicada no site oficial da candidatura.
- O defende que o PS é a “única alternativa credível para governar Portugal” e as eleições diretas estão marcadas para 13 e 14 de março.
- Propõe um PS progressista, humanista e moderado, com soluções para saúde, habitação, pensões, salários e qualidade do emprego.
- Apela à participação de militantes para definir prioridades estratégicas e pretende ouvir as necessidades e desafios das pessoas.
- A Comissão Nacional aprovou as diretas para 13-14 de março e o XXV Congresso Nacional para 27-29 de março, em Viseu; o prazo de candidaturas termina a 26 de fevereiro. O presidente do PS afirmou não ver, até àquele momento, outra candidatura de relevo.
José Luís Carneiro formalizou a sua candidatura ao cargo de secretário-geral do PS. A candidatura foi anunciada numa carta publicada no site oficial, como parte do processo de eleições diretas do partido.
O secretário-geral compromete-se a reafirmar o PS como a alternativa credível para governar Portugal. O anúncio surge após a confirmação prévia da recandidatura, em janeiro, para um novo mandato à frente do partido.
A carta enfatiza a vontade de ouvir as pessoas e responder aos problemas reais, defendendo um PS progressista, humanista e moderado, entendido como casa comum dos democratas.
Carneiro aponta áreas prioritárias como saúde, habitação, pensões e salários, e afirma que o partido deve oferecer soluções concretas para melhorar a vida dos portugueses, com diálogo e firmeza de convicções.
O texto reforça ainda o objetivo de criar um ambiente em que cada pessoa se sinta reconhecida, valorizada e livre para partilhar experiências, destacando a importância de ouvir para entender necessidades e desafios.
As eleições diretas para o secretário-geral estão marcadas para 13 e 14 de março, com o XXV Congresso Nacional a 27, 28 e 29 de março, em Viseu, segundo a Comissão Nacional do PS.
O prazo para apresentação de candidaturas termina a 26 de fevereiro. O presidente do PS já indicou não ter conhecimento de outras candidaturas relevantes ao lado de Carneiro.
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