- António José Seguro não vai habitar a residência oficial do Presidente em Belém, Lisboa.
- Em democracia apenas o General Ramalho Eanes ali viveu; os quatro últimos chefes de Estado recusaram a mudança para o palácio.
- Seguro até já tinha imaginado ter um cão no Palácio de Belém, mas não há intenção de se mudar para lá.
- O Palácio de Belém é a residência oficial desde o início da República, e a maioria dos titulares não lá morou.
- O Jardim da Arrábida, com piscina, é a zona mais reservada do palácio e foi renovado em 1981.
António José Seguro, Presidente da República-eleito, não tem intenção de mudar-se para o Palácio de Belém, a residência oficial em Lisboa. A notícia confirma que o palácio, desde o início da República, nunca foi ocupado por todos os chefes de Estado que aqui residiram.
O porta-voz da campanha de Seguro abriu a margem para a ideia de ter um cão no Palácio de Belém, citando preferências por locais como as Serras da Estrela. Contudo, não há indicação de que a mudança de residência esteja nos planos do político.
Ao longo das últimas décadas, apenas o General Ramalho Eanes chegou a viver no palácio. Os quatro chefes de Estado que se seguiram recusaram, por motivos pessoais ou institucionais, a ocupar aquele espaço de forma permanente.
Pelo menos desde a República, Belém tem mantido uma prática de residência não permanente por parte de alguns titulares, com o palácio a funcionar como sede institucional, e não apenas como residência. A situação atual mantém-se sem indicações de alteração por parte de Seguro.
O Palácio de Belém permanece configurado como símbolo institucional, com jardins e áreas privadas restritas, incluindo zonas como o Jardim da Arrábida, que possui piscina e é uma área especialmente reservada. As informações oficiais não apontam mudanças de protocolo.
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