- André Ventura pediu a prorrogação do estado de calamidade e a isenção de portagens “pelo menos até ao fim do mês”, dizendo que afeta diretamente a vida das pessoas.
- O líder do Chega está em Condeixa-a-Nova, um dos municípios mais atingidos pelas tempestades.
- Os danos incluem destruição de casas, empresas e equipamentos, queda de árvores, estradas cortadas, escolas e serviços de transporte afetados, e cortes de energia, água e comunicações, bem como inundações.
- As regiões mais afetadas foram o Centro, Lisboa e Vale do Tejo e o Alentejo; a situação de calamidade que incidia sobre 68 concelhos terminou no domingo.
- A notícia não contém opiniões; mantém-se o foco nos fatos divulgados pelo partido e pela administração local.
André Ventura, líder do Chega, pediu a isenção de portagens e o prolongamento do estado de calamidade até ao fim do mês. Aconteceu numa visita a Condeixa-a-Nova, cidade fortemente afetada pelas tempestades.
O político afirmou que estas medidas são necessárias porque “tocam diretamente na vida das pessoas” e insistiu que o país está numa situação de calamidade.
As consequências do temporal incluem destruição de casas, encerramento de estradas e serviços de transporte, quedas de árvores e de estruturas, bem como cortes de energia, água e comunicações.
Regiões como o Centro, Lisboa e Vale do Tejo e o Alentejo foram as mais afetadas. A situação de calamidade que abrangia 68 concelhos terminou no domingo.
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