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Seguro ouve preocupações da população e de autarcas em Montemor-o-Velho

Presidente eleito António José Seguro sai do gabinete para ouvir população e autarcas em Montemor-o-Velho, recolhendo informação sobre inundações e bombas

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  • O Presidente da República eleito, António José Seguro, saiu à rua no primeiro dia após a votação, em Montemor-o-Velho (Coimbra), para ouvir a população e autarcas devido às eleições adiadas pelo mau tempo.
  • Em Pereira, no Celeiro dos Duques de Aveiro, Seguro afirmou que é seu dever inteirar-se da situação e ouviu moradores que pediam respostas.
  • Na farmácia local e na Igreja Matriz de Santo Estêvão, o presidente eleito recolheu relatos sobre solidão e pedidos de fotografia junto dos habitantes.
  • Em Marujal e na Ereira, Seguro visitou habitações afetadas pela água; em especial na Ereira prometeu observar as bombas de bombagem e a necessidade de manutenção para minimizar estragos.
  • Seguiu depois para Coimbra, com paragens previstas na Câmara Municipal de Coimbra, em Cerca de Santo Agostinho e no Parque Verde, junto ao Mondego.

António José Seguro, presidente da República eleito, saiu à rua em Montemor-o-Velho no dia seguinte à votação, para ouvir a população e os autarcas. O objetivo é recolher informação sobre a situação provocada pelo mau tempo que adiou várias eleições locais.

Chegado ao Celeiro dos Duques de Aveiro, na vila de Pereira, Seguro explicou que o seu dever é inteirar-se da realidade local. Seguiu depois para a farmácia da localidade, onde pediu aos técnicos que, para além de venderem medicamentos, ouvissem também os residentes.

A presença do novo chefe de Estado gerou curiosidade entre moradores, que aproveitaram para pedir fotografias junto à farmácia e à Igreja Matriz de Santo Estêvão. Um jovem solicitou ao presidente da Câmara para agir como fotógrafo durante alguns momentos.

Percurso pelo concelho

Seguro atravessou a Ponte de Formoselha, com promessas de enviar relatórios e soluções para aquela infraestrutura. Em Marujal visitou uma habitação bi-familiar submersa pela água, onde a água começou a baixar apenas na última noite.

Numa moradia na Ereira, o Presidente encontrou moradores que relataram ter ficado sem casa no rés-do-chão. As bombas de drenagem situadas no terreno foram apontadas como precisando de manutenção para minimizar danos.

Na Ereira o Presidente manteve contacto com Joaquim Coelho, proprietário da casa mais vulnerável, e ficou a saber que a maquinaria de bombas e o condicionamento do canal principal do Mondego são assuntos prioritários para a comunidade.

Outros populares concentraram-se à entrada da associação local a pedir atenção para a bombagem e lembraram que o baixo Mondego tem sido esquecido pelas autoridades. Seguro comprometeu apenas recolher informação relevante para futura análise.

Após um almoço na associação, o itinerary prosseguiu com passagens previstas pela Câmara Municipal de Coimbra, cerca de Santo Agostinho e no Parque Verde, junto ao Mondego, antes de seguir em direção à cidade de Coimbra.

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