- Países árabes e entidades rejeitaram a decisão de Israel de reabrir o registo de terras na Cisjordânia ocupada, citando receios de anexação.
- A Autoridade Palestina, o Hamas, o Egito e o Qatar criticaram a medida, afirmando que pode favorecer uma anexação de facto.
- A diplomacia da Autoridade Palestina condenou a designação de terras da Cisjordânia como “território público” sob controlo da força de ocupação.
- Numa mensagem publicada na X, o ministério palestiniano disse que as medidas são juridicamente inválidas e equivalem ao início de um processo de anexação.
Ao que tudo indica, vários países e entidades árabes rejeitaram a decisão de Israel de reabrir o registo de terras na Cisjordânia ocupada, um movimento que aumenta as hipóteses de uma possível anexação. A medida foi recebida com críticas de parte da comunidade internacional e de dirigentes palestinianos.
A Autoridade Palestiniana, o Hamas, o Egipto e o Qatar manifestaram a sua oposição à iniciativa. Em declarações difundidas pela imprensa regional, destacaram que a reabertura do registo de terras pode violar acordos internacionais e consolidar o controlo israelita sobre a região.
De acordo com a diplomacia palestiniana, a decisão foi condenada veementemente e descrita como uma tentativa de designar terras da Cisjordânea como território público sob ocupação. A mensagem foi divulgada na rede social X no domingo à noite.
O ministério ligado à Autoridade Palestiniana classificou as novas medidas como juridicamente inválidas e equiparou-as ao que pode constituir, na prática, um passo para uma anexação. O tema tem sido alvo de escrutínio internacional.
Contexto regional
- Diversos aliados árabes têm acompanhado de perto a evolução na Cisjordânia, onde a questão de estado e fronteiras é central para o conflito israelo-palestiniano.
- Observadores ressaltam que, para além das potências regionais, a decisão pode influenciar o ambiente diplomático e as negociações em curso na região.
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