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Kremlin rejeita acusações europeias de envenenamento de Navalny

Kremlin rejeita acusações de envenenamento de Navalny com toxina de rã, após autoridades europeias alegarem confirmação de epibatidina no corpo

Fotografia de Alexei Navalny , em Moscovo
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  • O Kremlin rejeita as acusações de cinco países europeus de que Navalny foi envenenado com epibatidina, toxina das rãs-dardo.
  • As autoridades europeias afirmam que análises ao corpo de Navalny confirmaram a presença da toxina, não encontrada na natureza na Rússia.
  • O comunicado conjunto foi divulgado por Reino Unido, França, Alemanha, Suécia e Países Baixos.
  • O porta-voz do Kremlin, Dmitry Peskov, classificou as acusações como falsas, tendenciosas e infundadas.
  • Navalny morreu em Fevereiro de 2024, aos 47 anos, numa prisão remota no Ártico; Moscovo já tinha rejeitado acusações da viúva sobre a responsabilidade do Estado.

O Kremlin rejeitou nesta segunda-feira as acusações de cinco países europeus de que o Estado russo terá envenenado o opositor Alexei Navalny com uma toxina de rãs-dardo. As autoridades dizem que as alegações não se baseiam em nada sólido.

Num comunicado conjunto, Reino Unido, França, Alemanha, Suécia e Países Baixos afirmaram ter analisado amostras do corpo de Navalny e encontrado epibatidina, uma toxina presente em rãs-dardo da América do Sul e que não ocorre naturalmente na Rússia.

O porta-voz do Kremlin, Dmitry Peskov, comentou aos jornalistas que as acusações são recebidas com grande negatividade por Moscovo, classificando-as como falsas, tendenciosas, infundadas e rejeitadas veementemente.

As autoridades russas já tinham rejeitado, anteriormente, acusações feitas pela viúva de Navalny, Yulia Navalnaya, de que o Estado seria responsável pela morte, alegando que o opositor terá falecido por causas naturais.

Reação e contexto

Os países europeus sustentam que as análises indicam a presença de epibatidina no corpo de Navalny, apontando para uma origem externa à Rússia. Entidades russas continuam a não reconhecer a conclusão das investigações públicas sensíveis ao caso.

A comunidade internacional mantém a vigilância sobre novas informações e sobre eventuais desdobramentos diplomáticos entre Moscovo e os Estados europeus, sem indicar mudanças significativas de posição de momento.

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