Em Alta futeboldesportoPortugalinternacionaispessoas

Converse com o Telinha

Telinha
Oi! Posso responder perguntas apenas com base nesta matéria. O que você quer saber?

Macron classifica LFI de extrema-esquerda e denuncia expressões antissemitas

Macron classifica La France insoumise como extrema-esquerda e denuncia expressões antissemitas no movimento, apontando para combate e consequências políticas

O Presidente francês Emmanuel Macron discursa numa sessão da Conferência de Segurança de Munique, na Alemanha, na sexta-feira, 13 de fevereiro de 2026.
0:00
Carregando...
0:00
  • Macron afirmou, numa entrevista à Radio J, que La France Insoumise é um movimento de extrema-esquerda e que existem expressões antissemitas dentro dele que devem ser combatidas.
  • Em uma circular de 2 de fevereiro, a Administração classificou a LFI pela primeira vez, desde a criação do partido em 2016, no núcleo da extrema-esquerda, ao lado de outros grupos.
  • A LFI contestou o rótulo, dizendo que é desqualificante e acusando uma manipulação; Mélenchon pediu ao Conselho de Estado que reexamine a classificação.
  • O ministro do Interior, Laurent Nuñez, indicou que a LFI recusa o debate parlamentar e mantém posições de censura, após a publicação do texto classificando a LFI como extrema-esquerda.
  • Macron também atacou Bruno Retailleau e anunciou uma proposta de lei de inelegibilidade para representantes eleitos culpados de atos e comentários antissemitas, racistas ou discriminatórios, com previsão de entrada em vigor antes de 2027.

Emmanuel Macron classificou La France Insoumise (LFI) como um movimento de extrema-esquerda, durante declarações prévias à entrevista concedida à Radio J. A afirmação surge no contexto de uma circular interna de fevereiro que enquadrou a LFI, pela primeira vez desde 2016, entre os partidos do extremo-esquerda. O objetivo é situar as posições da formação de Jean-Luc Mélenchon no leque político.

O líder da LFI contestou o rótulo, chamando-o de desqualificante e alegando manipulação. Mélenchon denunciou uma mudança injustificada, apelando ao Conselho de Estado. O PS também reagiu, com Olivier Faure a considerar injusto classificar a LFI como extrema-esquerda. O episódio intensificou o debate sobre desvios de rhetoric e desdemocratização.

Macron reforçou na entrevista que existem expressões antissemitas associadas a posições da LFI e que devem ser combatidas. Assinalou que o tema envolve princípios da República e citou também o Rassemblement National como exemplo de fresta problemáticas em termos de discurso. O Presidente acrescentou que a lei de inelegibilidade pode avançar.

Reações políticas

O ministro do Interior afirmou que a classificação municipal é criticável e que a recusa de diálogo parlamentar continua a marcar a LFI, numa entrevista à BFMTV. Partidos de esquerda defenderam a necessidade de clarificar o debate, evitando julgamentos precipitados. A hipótese de medidas adicionais permanece em análise.

Medidas e contexto institucional

Durante uma homenagem a Ilan Halimi, Macron referiu-se a uma chamada de atenção para a chamada hidra antissemita, defendendo legislação de inelegibilidade para representantes com atos antissemitas, racistas ou discriminatórios. O Governo perspetiva que a lei possa avançar antes de 2027, conforme indicou na rádio.

Comentários 0

Entre na conversa da comunidade

Os comentários não representam a opinião do Portal Tela; a responsabilidade é do autor da mensagem. Conecte-se para comentar

Veja Mais