- Ex-ministro da Energia e da Justiça da Ucrânia, Herman Halushchenko, foi detido ao tentar atravessar a fronteira, após ter renunciado em novembro num escândalo de corrupção no setor.
- A detenção ocorre no âmbito do caso “Midas”; detetives do Escritório Nacional Anticorrupção da Ucrânia (NABU) procederam à ocorrência e a informação foi confirmada pelo NABU.
- O Gabinete Nacional Anticorrorrção da Ucrânia disse que as investigações continuam e que serão divulgados mais detalhes posteriormente.
- O deputado Oleksiy Honcharenko afirmou que o ex-ministro já foi notificado por suspeita de crime.
- O escândalo envolve um esquema de suborno estimado em 100 milhões de dólares para desviar fundos do setor de energia, com indícios de ligação a alguém próximo do presidente Volodymyr Zelensky; buscas já ocorreram em novembro nas casas de Halushchenko e do chefe do gabinete presidencial, Andriy Yermak.
O ex-ministro da Energia e da Justiça da Ucrânia, Herman Halushchenko, foi detido este domingo na fronteira ucraniana. A detenção ocorreu durante a passagem de fronteira, no âmbito do caso Midas, segundo a NABU.
Halushchenko renunciou ao cargo em novembro, após um escândalo de corrupção de grande escala no setor energético. O anúncio inicial não o nomeou, mas os meios ucranianos associam-no ao caso.
Segundo a NABU, as detenções fazem parte de investigações prioritárias, com cumprimento da lei e mais detalhes a serem divulgados posteriormente. A confirmação foi publicada pelo Gabinete Nacional Anticorrupção.
O deputado Oleksiy Honcharenko informou que o ex-ministro já foi notificado por suspeita de crime. A renúncia em 2025 ocorreu em contexto de revelações sobre desvio de fundos no setor energético.
A investigação envolve um esquema de suborno avaliado em 100 milhões de dólares para retirar fundos, agravando cortes de energia provocados por ataques a infraestruturas energéticas. Investigadores apontam benefícios pessoais obtidos pelo ex-ministro.
Em novembro, o NABU realizou buscas nas casas de Halushchenko. Também foram alvo buscas o chefe do gabinete presidencial, Andriy Yermak, que mais tarde deixou o cargo.
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