- O diretor do Instituto Nacional de Emergência Médica (INEM) está no cargo desde junho de 2025 e ocupa a área de formação, tendo optado pelo salário de médico.
- Recebe 5.700 euros por mês em regime de teletrabalho, prática que já estava em vigor desde 2021.
- O INEM é a entidade pública que coordena os serviços de emergência médica em Portugal, com a remuneração publicada no Diário da República.
- O teletrabalho permite ao diretor gerir funções à distância, assegurando a continuidade e a coordenação dos serviços com saúde e proteção civil.
- A nomeação e remuneração foram aprovadas pelo Conselho de Administração, refletindo a importância do cargo na gestão de emergências.
O diretor do Instituto Nacional de Emergência Médica (INEM) recebe 5.700 euros brutos por mês em regime de teletrabalho. O cargo, ocupado desde junho de 2025, tem como função a formação e a supervisão de operações de emergência. A opção pelo salário de médico foi adoptada pelo próprio dirigente.
Desde 2021, o diretor desempenha funções à distância, mantendo a coordenação de serviços de ambulância e de resposta pré-hospitalar em Portugal. A remuneração reflete as responsabilidades de dirigir uma entidade pública de grande relevo no sistema de saúde.
A nomeação foi oficializada pelo Governo e publicada no Diário da República, assegurando transparência e conformidade com as normas legais. O INEM assegura que o regime de teletrabalho facilita a gestão estratégica sem comprometer a qualidade dos serviços.
Estrutura e impacto
O cargo envolve a implementação de políticas de emergência e a cooperação com entidades de saúde e proteção civil. A direção tem sido marcada por iniciativas de modernização, formação contínua e melhoria dos recursos disponíveis.
A remuneração é uma referência entre cargos de direção na administração pública, refletindo a relevância do INEM na resposta a emergências. O gabinete do diretor afirma que o teletrabalho visa eficiência e flexibilidade na gestão.
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