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Enfermeiro demite-se do cargo de coordenador da estrutura de energias renováveis

Ex-coordenador da Estrutura de Missão para Renováveis demitiu-se menos de uma semana após a nomeação, gerando polémica sobre a falta de experiência no ambiente

A EMER, criada em Março de 2024, tem como missão agilizar os processos de concretização dos projectos de energias renováveis inscritos no Plano de Recuperação e Resiliência
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  • Fábio Alves Teixeira demitiu-se do cargo de Coordenador da Estrutura de Missão para o Licenciamento de Projectos de Energias Renováveis (EMER), menos de uma semana após a nomeação.
  • O pedido de exoneração foi aceite pelo presidente da EMER, Manuel Nina, que agradeceu a disponibilidade do ex-coordenador.
  • A nomeação gerou polémica por o responsável não ter experiência profissional nas áreas de ambiente, sustentabilidade ou energias renováveis.
  • O histórico de Teixeira inclui licenciatura em Enfermagem (Escola Superior de Enfermagem do Porto, 2018), pós-graduação em Gestão de Projectos (Porto Business School) e certificações PMP e CSPO.
  • A EMER, criada em março de 2024, visa acelerar projetos de energias renováveis no âmbito do Plano de Recuperação e Resiliência; a gestão interna da estrutura continua sob a alçada do presidente, com projetos já em curso, como o balcão único de licenciamento e estudos de transposição da diretiva RED III.

Fábio Teixeira, enfermeiro de formação, demitiu-se do cargo de coordenador da Estrutura de Missão para o Licenciamento de Projectos de Energias Renováveis (EMER), menos de uma semana após a nomeação. A decisão foi aceite pelo presidente da estrutura.

A nomeação, conhecida esta semana, gerou polémica por a pessoa escolhida não possuir experiência profissional relevante em ambiente, sustentabilidade ou energias renováveis. A EMER tem como missão acelerar o licenciamento de projetos no PRR.

Manuel Nina, presidente da EMER, confirmou a exoneração e agradeceu a disponibilidade de Teixeira para o cargo, desejando sucesso nas suas funções futuras. A nota pública não detalha as razões da decisão.

A EMER foi criada em março de 2024 para facilitar os processos de licenciamento de projetos renováveis inscritos no PRR. O Governo mantém que a estrutura está a trabalhar a full, com prazos e metas em curso para 2026.

O Ministério do Ambiente e Energia explica que o presidente da EMER começou funções em janeiro de 2026 e que a gestão interna, incluindo o reforço de equipas, é da sua exclusiva responsabilidade. Os trabalhos continuam numa fase adiantada.

Entre os projetos em curso, destacam-se o balcão único de licenciamento e o estudo de transposição da diretiva RED III, bem como o desenvolvimento de ferramentas de apoio ao licenciamento municipal.

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