- O Presidente da República, Marcelo Rebelo de Sousa, afirmou que a recuperação das tempestades será longa para autarquias e Governo, com custos mais altos e desvio de fundos europeus.
- Realçou danos em infraestruturas importantes, como a A1, e pediu que a resposta seja enfrentada sem alarmismo nem facilitismo.
- Anteviu que a tarefa vai ocupar praticamente a vida de muitos autarcas e uma parte significativa da vida do Governo nos próximos três a quatro anos.
- Observou que os municípios não têm dinheiro sem reforço, e o Estado está a refazer os cálculos dos montantes necessários.
- Segundo o chefe de Estado, haverá desvio de fundos europeus, que ficariam noutros investimentos, para a reconstrução das zonas afetadas, incluindo capacidades empresariais تأ atingidas.
Marcelo Rebelo de Sousa afirmou hoje que a recuperação dos efeitos das tempestades será longa e exigirá apoio de autarquias e do Governo, com custos acima do inicialmente estimado. O Presidente falou no ISEG, em Lisboa.
Entre reconhecimentos, apontou danos significativos em infraestruturas importantes, destacando a A1, cuja reparação requer abordagem cautelosa sem alarmismo, mas sem facilitarismos. A ideia é enfrentar o impacto com seriedade.
O chefe de Estado salientou que a tarefa vai ocupar a vida de muitos autarcas e uma parte relevante do tempo do Governo nos próximos anos. O desafio inclui planeamento financeiro e coordenação entre entidades públicas.
Marcelo Rebelo de Sousa sublinhou ainda que as comunidades locais enfrentam constrangimentos de tesouraria, necessitando de reforços substanciais para responder às consequências das vagas de intempéries.
Sobre os montantes, o Presidente referiu um desvio de fundos europeus, que estavam destinados a projetos de crescimento e inovação, mas que poderão ser canalizados para a reconstrução das zonas afetadas, incluindo capacitações empresariais atingidas.
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