- Na sequência de um novo ataque russo, quase 2.600 edifícios em Kiev ficaram sem aquecimento, segundo o autarca Vitali Klitschko, com mais de mil já sem calefação devido a bombardeamentos recentes.
- A Força Aérea ucraniana indicou que, entre 24 projéteis de longo alcance, 15 foram derrubados pelas defesas antiaéreas; os restantes nove mísseis balísticos e 19 drones atingiram 13 localizações distintas no território.
- As zonas afetadas incluem as regiões de Kiev, Kharkiv, Dnipro e Odessa, num padrão de ataques que interrompem o abastecimento de eletricidade e gás.
- A Amnistia Internacional (AI) afirma que a Ucrânia perdeu mais de metade da capacidade de produção e que 80% do país sofreu cortes de energia de emergência, agravados pelo frio.
- Relatos da AI descrevem civis a viver em apartamentos gelados, tubagens congeladas, elevadores parados e soluções de aquecimento perigosas, como fogões a querosene e velas.
Mais 2.600 edifícios ficaram sem aquecimento em Kiev após o novo ataque russo, segundo informações recentes. A Força Aérea ucraniana detalhou que 24 projéteis de longo alcance foram lançados, com 15 interceptados pelas defesas, e os restantes 9 mísseis balísticos e 19 drones atingiram 13 localizações distintas no território nacional, incluindo Kiev, Kharkiv, Dnipro e Odesa.
O autarca de Kiev, Vitali Klitschko, confirmou o impacto sobre a cidade, indicando que quase 2.600 edifícios ficaram sem aquecimento após os ataques noturnos, a juntar aos mais de mil já sem serviço devido a bombardeamentos anteriores. O conjunto de interrupções elétricas e de gás persiste em meio ao frio.
As partes em conflito têm vindo a atingir alvos que interrompem o fornecimento de energia, agravando as condições invernais. A Amnistia Internacional (AI) alerta para uma queda expressiva na produção ucraniana e para cortes de energia que afetam grande parte do país.
Relatos da AI destacam condições extremas para civis: blocos de apartamentos frios, tubagens congeladas, elevadores parados e redes de comunicação afetadas. Muitos residentes recorrem a soluções perigosas para aquecer espaços, incluindo fogões a querosene e velas.
A organização sublinha ainda que o acesso a energia tem sido uma prioridade, com a população a adaptar hábitos para enfrentar o desempenho irregular das infraestruturas. A situação continua a exigir respostas rápidas das autoridades para mitigar riscos e garantir serviços básicos.
Entre na conversa da comunidade