- Luísa Meireles foi cooptada pela CCPJ para ser a nova presidente do organismo, cargo que ocupará de 2025 a 2028, mantendo também a função de directora de informação da Lusa.
- A prioridade anunciada é dar voz aos jornalistas portugueses, numa eventual revisão legislativa do sector da comunicação social.
- A CCPJ é um órgão independente de direito público que regula a acreditação profissional dos jornalistas e assegura o cumprimento do código deontológico.
- Meireles afirma que, num momento de transformação mediática, a CCPJ pode representar o jornalismo de forma ampla, distinguindo profissionais de outros agentes da comunicação, como influencers.
- A presidente da CCPJ reconhece a possibilidade de pedir escusa em casos de conflito de interesses, caso haja questões envolvendo jornalistas da Lusa. A CCPJ é composta por oito membros, com o presidente cooptado.
Luísa Meireles foi cooptada para ser a próxima presidente da CCPJ, cargo que acumulará com a direção de informação da Lusa. O mandato é de 2025 a 2028, com prioridades voltadas à voz dos jornalistas portugueses em futuras alterações legais do sector.
A jornalista, advogada de formação e atual diretora de informação da Lusa, foi escolhida por maioria de membros da CCPJ. O organismo regula a acreditação profissional e assegura o cumprimento de deveres e regras deontológicas dos jornalistas.
Segundo a futura presidente, a revisão da legislação do sector da comunicação social será um tema central, numa perspetiva de modernização. Ela defende que a CCPJ pode representar todos os jornalistas na ponderação de mudanças.
A CCPJ atua como órgão de autorregulação, com oito membros e um presidente. A designação para Meireles deverá obedecer a regras de independência e eventual abertura de artimanhas de conflito de interesses.
Meireles tem mais de 35 anos de experiência na profissão e já foi advogada. Nos mandatos anteriores, as presidentes foram jornalistas formadas em Direito, como é o seu caso.
A dirigente ressalva que, no contexto de transformações mediáticas com novos actores, é vital manter um código deontológico que distinque o jornalismo de outras figuras públicas influentes.
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